terça-feira, 27 de setembro de 2016

Conheça os famosos que frequentam e jogam jogos de casino

O luxo, o conforto, o tamanho, a qualidade do atendimento e as excentricidades são algumas das características dos melhores casinos do mundo. 
Como aqui no Brasil é proibido os estabelecimentos físicos de casinos, cada vez mais os jogos de casino online no Brasil proliferam. Inclusive grandes celebridades são os responsáveis por divulgar e expandir esse mercado online que cada vez ganha mais força. Onde fica evidente que cada vez mais famosos começam a jogar, seja fisicamente ou online, como são os casos de Denilson, Ronaldo o fenômeno e Neymar, entre outros atores e famosos que já se declararam adeptos desses jogos.
Como bons exemplos, o Bellagio é considerado um dos mais luxuosos casinos de Las Vegas, ele concentra salões com centenas de jogos e é também neste casino que se realiza o tradicional campeonato de poker Five-Star World Poker Classic. Outro dos mais aclamados casinos de Vegas é o The Palms, frequentado por várias celebridades de Hollywood. Entretanto, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, os casinos não significam apenas um local onde se pode jogar. Eles vão muito além, funcionando como um local de entretenimento, lazer, diversão e hospedagens na sua grande maioria. Os casinos geralmente estão localizados em grandes hotéis - quase sempre temáticos - e oferecem spas, shoppings com as mais famosas lojas, restaurantes, bares, boates, casas de show, teatros, espetáculos belíssimos, cinemas, boliches, espaços para crianças e muito mais.

A tenista russa Maria Sharapova também é uma amante dos jogos de casino. Ela tem o hábito de jogar nas máquinas caça níqueis e nas cartas e, apesar de ser uma figura mediática, nunca foram registrados ânimos exaltados na sua presença.
O cantor Jon Bon Jovi também é um dos frequentadores do 95.000 Square Foot Casino onde joga cartas e roleta. O vocalista da famosa banda Bon Jovi é um jogador de póquer e blackjack e é uma das celebridades que não tem problemas em contatar diretamente com o público.
O ator Bruce Willis também é um frequentador habitual do 95.000 Square Foot Casino. O seu jogo predileto são os dados, onde já apostou mais de 75 mil euros/190 mil reais num único dia.
O ator/cantor Justin Timberlake também é uma das celebridades que se encontram nos casinos. Ele é visto muitas vezes no Borgata, em Atlantic City, e costuma jogar cartas e interagir com o público.
O tenista americano Andy Roddick também costuma frequentar o Borgata, em Atlantic City. Ele costuma jogar póquer e baccarat e gosta de o fazer numa sala privada para celebridades.
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Conheça 'A Legião dos Condenados', o 'Esquadrão Suicida' da vida real

Apesar de parecer um tema bem atual, leitores mais antigos sabem bem que o conceito de reunir um grupo de condenados para compor uma equipe destinada a executar o trabalho sujo de uma guerra, não é algo tão novo assim. A ideia central que conduz a formação do 'Esquadrão Suicida' nos quadrinhos (e agora nos cinemas também), foi inspirada em verdadeiros pelotões que, durante a II Guerra Mundial, eram formados por presos militares que tinham suas penas revogadas ou reduzidas, em troca de serviços extremamente perigosos e desagradáveis até mesmo para um soldado raso da época.
Um bom exemplo dessa prática real é retratada no livro 'A Legião dos Condenados', recentemente lançado por aqui pela Editora Labareda, e escrito pelo dinamarquês Sven Hassel. Conhecido como o maior autor de livros bélicos do mundo, e ele próprio membro de um desses batalhões reunidos pela Alemanha nazista, para combater o avanço da frente comunista russa. 
Sem opção, esses homens serviram em missões que não rendiam medalhas, ou qualquer tipo de glória para os poucos sobreviventes.
No livro, acompanhamos o início da formação do grupamento de Hassel. Recrutado nas prisões militares para nutrir o já esgotado front alemão perto do fim da guerra. E obrigados a doarem suas vidas, em uma batalha praticamente perdida. Sven conta como foi a cumplicidade entre seus companheiros que o acompanharam em diversas situações onde a camaradagem foi mais importante do que qualquer treinamento que tenham recebido.
Outro paralelo interessante entre os dois enredos é o ódio nutrido pelos seus soldados contra os seus comandantes, tendo os oficiais nazistas da SS atuando praticamente como a Amanda Waller de 'A Legião dos Condenados'. E assim como em 'Esquadrão Suicida', essa tensão também proporciona algumas cenas hilárias em que o batalhão de Sven muitas vezes sabotam seus superiores, os colocando em posições humilhantes e perigosas.

Como um soldado na frente, Hassel foi exposto aos perigos de lutar em várias linhas de batalhas. No entanto, quando a guerra terminou em 1945, como consequência de ter lutado do lado alemão, ele ficou preso em várias prisões e campos de concentração russos, como um prisioneiro de guerra. Foi enquanto pagava uma de suas sentenças que ele começou a escrever seu primeiro livro. 
O autor criou então uma série de 14 romances sobre a II Guerra Mundial, inspirados em seus encontros e experiências em campo de batalha. Seus livros são sucesso mundial com mais de 53 milhões de cópias vendidas, traduzida em 25 idiomas e publicados em mais de 50 países. Uma longa fonte de inspiração garantida para as futuras sequências de 'Esquadrão Suicida'.

*O livro 'A Legião dos Condenados' é um lançamento da Editora Labareda, e está disponível na Livraria Cultura. Compre clicando no banner abaixo:
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domingo, 21 de agosto de 2016

"The Heart of Betrayal", o segundo volume da fantasia mais amada do ano é lançada pela Darkside Books

A série Crônicas de Amor e Ódio, iniciada com THE KISS OF DECEPTION, virou a queridinha dos leitores mais apaixonados. Encantou os fãs de fantasia do mundo todo - e pegou os brasileiros pelo coração.
A história de Lia inspirou muitos leitores a embarcarem em uma jornada extraordinária repleta de ação, romance, mistério e rivalidade, pintados em um universo deslumbrante criado pela premiada escritora Mary E. Pearson, que consegue - como poucos - erguer um mundo poderoso e repleto de personagens cativantes.
Em THE HEART OF BETRAYAL - Crônicas de Amor e Ódio v.2, Lia e Rafe estão presos no reino barbárico de Venda e têm poucas chances de escapar. Desesperado para salvar a vida da princesa, Kaden revelou ao Vendan Komizar que Lia tem um dom poderoso, fazendo crescer o interesse do Komizar por ela.
Crônicas de Amor e Ódio - Volume 2 - Heart of Betrayal
Enquanto isso, as linhas de amor e ódio vão se definindo. Todos mentiram. Rafe, Kaden e Lia esconderam segredos, mas a bondade ainda habita o coração até dos personagens mais sombrios. E os Vendans, que Lia sempre pensou serem selvagens, desconstroem os preconceitos da princesa, que agora cria uma aliança inesperada com eles. Lutando com sua alta educação, seu dom e sua percepção sobre si mesma, Lia precisa fazer escolhas poderosas que vão afetar profundamente sua família... e seu próprio destino.

Não faltam reviravoltas nessa incrível fantasia que integra a linha Darklove - Mary E. Pearson vai deixar os leitores sem fôlego nesse segundo ato de uma trilogia que ainda promete arrebatar o coração de muitos. 
Também, pudera. Não custa lembrar que The Kiss of Deception foi escolhido pelo comitê da Young Adult Library Services Association (YALSA) como umas das melhores ficções YA de 2015 e escolhido uma das principais fantasias de 2014 pelos leitores no Goodreads. Esta viagem extraordinária, repleta de ação, romance e mistério continua com a publicação de THE HEART OF BETRAYAL.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Escritores que (provavelmente) foram mortos por causa de seus livros

Para a maioria das pessoas, o trabalho de um escritor é sempre visto como uma posição confortável atrás de um teclado, digitando histórias perigosas de um lugar bem seguro. Claro que, às vezes, alguns jornalistas precisam ir a campo, e até encarar zonas de combate, para compor suas pesquisas. Mas realmente a maior parte dos autores de ficção não precisam muito se preocupar com um bom seguro de vida.
Mas as ideias contidas em uma escrita podem alcançar uma plenitude que nenhum poder político ou militar é capaz de destruir completamente. Ao longo da história, muitos escritores perderam suas vidas por que se atreveram a escrever sobre algo que não deviam. Mesmo atualmente, existe pelo menos meia dúzia de escritores pelo mundo sob ameaças diretas de execução por causa de seus trabalhos.
Aqui estão alguns autores que poderiam ter vivido um pouco mais se não tivessem tido a teimosia de escrever seus livros.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

7 Livros envolventes sobre jornalismo

Nesse momento delicado em que passamos por uma abrupta turbulência política no país, muito se questiona sobre a participação da mídia nisso tudo, colocando severamente em check a imparcialidade de revistas e programas de rádio e televisão, mas pouco se fala sobre a verdadeira função do jornalismo perante a sociedade. Gerando um certo receio a respeito do caráter da futura geração de jornalistas que podemos vir a formar.
Grande parte do público costuma refutar certas notícias tendenciosas, com outras fontes ainda mais arbitrárias, tornando o assunto uma bola de neve de comentários raivosos nas redes sociais. Todos armados de links, vídeos e resenhas tão rasas quanto seus parcos conhecimentos sobre o tema. Mas, dificilmente nesse entrevero alguém cita um livro, com uma pesquisa séria realmente dedicada ao conteúdo.
Para lembrar de uma época em que o jornalista era tão heroico quanto detetives de romances policiais, correndo perigo atrás das notícias feito mocinho no encalço de bandidos, selecionamos aqui alguns títulos que ainda carregam o brilhantismo que essa profissão merece:
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Dose Dupla: Anjos da Morte & The Thompsons

Anjos da Morte (The Hamiltons)
Diretor: Mitchell Altieri (The Butcher Brothers), Phil Flores (The Butcher Brothers)
Roteiro: Mitchell Altieri (The Butcher Brothers), Phil Flores (The Butcher Brothers), Adam Weis
Atores: Cory Knauf, Samuel Child, Joseph McKelheer
País: EUA
Ano: 2006
Uma família de vampiros é desfragmentada após a morte de seus pais, por isso os quatro irmãos precisam seguir em frente e o primeiro passo é se adaptar à nova vizinhança. A partir daí, grande parte da história se passa pela perspectiva de Francis (visualmente também), que decide fazer um documentário sobre sua família para um trabalho escolar enquanto ainda não manifestou a realidade de seus familiares, ao mesmo tempo em que inicia uma amizade com uma futura vítima. Enquanto isso, o mais velho tenta manter a ordem enquanto os irmãos gêmeos deixam um rastro de sangue por onde passam, não se importando em deixar sinais de sua maldição.
A partir daí temos um olhar mais dramático e humano sobre quem vive nessa realidade, que nesta obra é tradada como doença. O sofrimento pela ausência dos pais, sua relação com a ingestão de sangue para sobreviver e as turbulências da adolescência faz com que o clima entre eles se torne cada vez pior. Quanto menos se entendem, mais vulneráveis ficam, maximizando suas deficiências com a ausência do controle dos pais.
Não posso negar que é um filme interessante, devido à atmosfera trivial para apresentar um assunto mais do que comum, além da ausência de névoas, super velocidade ou caninos que crescem quando os olhos encontram uma jugular pulsante.
Muito mais interessante do que sua continuação.

Você confere o trailer abaixo:

The Thompsons (The Thompsons)
Diretor: Mitchell Altieri (The Butcher Brothers), Phil Flores (The Butcher Brothers)
Roteiro: Mitchell Altieri (The Butcher Brothers), Phil Flores (The Butcher Brothers), Adam Weis
Atores: Cory Knauf, Samuel Child, Joseph McKelheer
País: EUA, Reino Unido
Ano: 2012
Os componentes da família precisam de sangue para sobreviver, porém agem como aqueles que se alimentam normalmente em todos os aspectos. Em meio à tensão por serem portadores dessa necessidade, aqui apresentada como doença, mergulhamos num drama existencial aliado à relações familiares e amorosas que permeiam o fio condutor.
Estes filmes, longe de ser inesquecíveis, apresentam um ponto de vista interessante sobre os vampiros, denominação jamais citada na obra.
Porém o filme é cheio de altos e baixos, causando sono nos menos curiosos. Ele seria mais interessante se mantivesse a realidade como a conhecemos ao invés de saídas fáceis como clãs. Mesmo que camuflados como família, causa aquela sensação de que vai começar algo que já vi antes, aliado a um roteiro com momentos avacalhados. Em certos momentos as explicações não são suficientes, dando ao espectador escolher entre aceitar ou parar o filme. E nos últimos momentos a obviedade da principal ação de um vampiro é questionada/apresentada.
Os efeitos especiais no rosto do vilão beiram ao caricato, o que acabou minimizando seus momentos ápice, além da construção tanto quando rasa de seus dois filhos.
O protagonista se apresenta como um ser humano normal que carrega uma doença, porém a outra família é veloz como a luz e têm muito mais do que presas dentro da boca, dando a entender que tal doença tem diferentes níveis e a grande questão é o ego: Quais genes desta doença permanecerão enquanto os demais e diferentes, morrerão?
Além disso, o momento em que o protagonista tem de andar pois seu carro quebra e termina num pub onde todos o observam por ser um total desconhecido, aos meus olhos, remete às produções da Hammer. A taverna sempre foi um ponto de início para discussão/descobrimento ou ataque em massa do mal em inúmeras obras da produtora inglesa. E nos momentos finais, a obviedade da ação básica de um vampiro é questionada/apresentada, o que é totalmente dispensável.
Longe da maestria e complexidade apresentada em Martin (1977), merece ser assistidos por apaixonados pelo tema e curiosos. No mais, apesar dos pontos originais, não perca seu tempo.

Você confere o trailer abaixo:

E qual o pensamento que tirei sobre?
Assisti por quê assisto TUDO do gênero.
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terça-feira, 16 de agosto de 2016

"Quando as luzes se apagam" vai trazer de volta o seu medo de escuro da infância

À convite da editora DarkSide Books, nós marcamos presença na pré-estréia do filme 'Quando as Luzes se Apagam' (Lights Out) em um Shopping da Avenida Paulista. Uma produção de um terror incisivo, baseado em um curta de David F. Sandberg, e produzido por James Wan (Invocação do Mal 1 e 2).
Com um roteiro simples e original, aliado a uma técnica apurada de som e edição, 'Quando as Luzes se Apagam' consegue ser uma daquelas produções que proporcionam uma experiência ao espectador, tornando quase que obrigatório de ser assistindo no cinema, perdendo grande parte do seu potencial se visto em home video.
Quando Rebecca saiu de casa, ela pensou que deixaria seus medos de infância para trás. Enquanto crescia, ela nunca teve realmente certeza do que era e não era real quando as luzes se apagavam…Agora é seu irmão mais novo, Martin, que está enfrentando os mesmos eventos inexplicáveis e aterrorizantes que antes testaram a sanidade e ameaçaram a segurança dela. Uma entidade assustadora com uma ligação misteriosa com sua mãe, Sophie, ressurgiu. Mas desta vez, como Rebecca se aproxima da verdade, não há como negar que a vida de todos eles está em perigo… quando as luzes se apagam.
Em uma sessão que arrancou sustos, risos e até aplausos dos presentes, o filme conseguiu me reacender o interesse por um gênero que já me parecia engessado pelos clichês do estilo.
O filme tem previsão de estreia para 18 de agosto de 2016 aqui no Brasil, e é distribuído pela Warner Bros.
Confira o trailer abaixo:
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