quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Conheça o catálogo da Global Editora, a nova parceira do DpM

Atenção 'malditos' leitores! A nossa lista de editoras parceiras acaba de ganhar o reforço da Global Editora e seu brilhante acervo composto por muitos dos melhores escritores nacionais. A partir de agora vocês poderão encontrar os livros do catálogo da editora resenhados aqui no blog, além de participar de futuros sorteios e promoções desses exemplares.
Conhecendo a Global Editora...
Ao longo de seus 41 anos de existência, a Global Editora diversificou sua atuação no mercado editorial e criou três respeitados selos, com publicações destinadas ao mais variado público leitor. Hoje, o Grupo Editorial Global, uma empresa compromissada com a cultura, agrega a Global Editora, com obras dos mais renomados autores nacionais; a Gaudí Editorial, voltada às crianças em seus primeiros anos de vida, e a Editora Gaia, que alimenta o leitor no sentido de viver em perfeita harmonia com ele mesmo e com o universo. Além disso, em 2014, o Grupo também adquiriu a Nova Aguilar, que contará com um forte catálogo de obras completas dos mais célebres autores nacionais e internacionais.
A Global Editora, com muito orgulho, reúne em seu catálogo nomes como os de Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Orígenes Lessa, Cora Coralina, Marina Colasanti, Ana Maria Machado, Bartolomeu Campos Queirós, Câmara Cascudo, Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Ignácio de Loyola Brandão, Marcos Rey, Mario Quintana, João Carlos Marinho, Mary e Eliardo França, Sérgio Vaz, entre outros, contemplando o público adulto, juvenil e infantil.

Para firmamos essa parceria de vez, pedimos aos nosso leitores que curtam a página da Global Editora no Facebook, e quem quiser já ir se preparando para a overdose de qualidade literária que vem por aí, pode clicar aqui e dar uma conferida no grande acervo da editora.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cidades modernas em mapas de fantasia

Um best-seller de fantasia carece basicamente de três coisas: um elenco de personagens tão complexo que necessite de um apêndice para o leitor poder lembrar quem são todos, páginas o suficiente para que o leitor precise de uma pequena mula de carga para transportar, e, o mais importante, um mapa detalhado. 
Inspirado nisso, um professor de geografia assistente da Slippery Rock University da Pensilvânia teve a brilhante ideia de criar mapas de cidades reais inspirados por aqueles desenhados por Christopher Tolkien (filho de JRR Tolkien) para ilustrar a Terra Média de O Senhor dos Anéis.
Os mapas são desenhados à mão e retratam cidades americanas como Boston, Washington e outras, com enorme precisão. O resultado são paisagens conhecidas com um certo charme e toque fantástico de Tolkien.

E não precisa ficar chateado se a sua cidade está fora dessa cartografia de fantasia, por pouco mais de 30 dolletas o professor Danielson aceita encomendas e pode desenhar o mapa, de 8,5 por 11 polegadas, de um lugar especial para você. Clique aqui e acesse sua loja virtual para mais informações.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eu não consigo me acostumar

Quando fica tudo quieto eu até estranho. Ele é agitado. Eu escuto que as madeiras do assoalho cedem quando ele anda, e ele anda praticamente o tempo todo.
O falecido trabalhou anos como mascate. Casou-se com tia Ana, irmã da minha mãe, mas ela o deixou. Antônio acordou em um domingo e encontrou um bilhete dizendo que o casamento havia acabado.

Foi demais pra ele. O tio entrou em crise. Fechou-se no sótão e morreu de inanição. Quando o acharam, ele já estava podre. Deve ter sofrido pra morrer.
Então herdei esta casa, sou seu único parente vivo. Eu gosto do lugar, tem uma boa iluminação e os cômodos são espaçosos.
Tio Antônio também me deixou uma boa grana no banco. O gerente já disse que está tudo certo e fez questão de frisar que é um prazer poder contar com um cliente como eu. Ele me trata como investidor.

A única coisa que me chateia é ter de aturar a alma penada do tio Antônio. Sempre que o desgraçado aparece me diz que está esperando pela tia Ana, e fica me olhando com um olhar frio, e de olhares frios eu entendo muito bem.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Conheça alguns clássicos da Literatura Gótica

O gênero Gótico pode ser considerado por muitos, tão morto quanto o Latim. Tendo o seu auge entre o final do século XVIII e início do século XIX, hoje em dia o seu legado mal é lembrado e talvez nunca tenha chegado a ter uma seção só sua nas livrarias. Mas, ainda assim, o estilo nunca deixará de ser uma base essencial para inúmeras características da literatura moderna.

Como de praste, as obras góticas sempre mantiveram muitos aspectos que se destacam, como algumas das principais características desse tipo de literatura, os cenários medievais (castelos, igrejas, florestas, ruínas), os personagens melodramáticos (donzelas, cavaleiros, vilões, os criados), e os temas e símbolos recorrentes (segredos do passado, manuscritos escondidos, profecias, maldições). Mas ainda acho que sua maior contribuição para a literatura é o uso da psicologia do terror pessoal (o medo, a loucura, a devassidão sexual, a deformação do corpo), do imaginário sobrenatural e das reflexões políticas e religiosas de seu tempo.
Embora a palavra "gótico" possa evocar alguns estereótipos sombrios contemporâneos, na verdade ela é um adjetivo que se refere a tribo dos Godos, povo de cultura germânica que habitava a região do baixo Danúbio. No passado, o título de "gótico" podia ter diversas conotações, dependendo do lado a discussão em que se estava. Variando de contexto a palavra podia conotar Jacobinismo, ocultismo e envolvimento com sociedades secretas, nacionalismo inglês conservador, nostalgia do mundo feudal, medo da revolução e uma série de outros significados antagônicos entre si. Apesar de ser um movimento multi-facetado, reflexo de conjunturas históricas e políticas, pode-se notar que a literatura gótica é, em grande parte, uma literatura ligada ao terror e ao medo.
Evitando alguns livros óbvios do estilo (como DráculaFrankenstein e outros) que já debulhamos aqui em outras oportunidades, separamos abaixo algumas grandes obras da Literatura Gótica que compõem esse antigo estilo

✔  Vathek, de William Beckford 
Verdadeiro clássico da literatura mundial, Vathek é uma novela célebre pela inventividade, estilo e familiaridade com a cultura oriental. Através desta história temos acesso a um impressionante mundo ficcional. 
A tragicômica jornada do califa Vathek, monarca generoso, mas imprevisível e inquieto (dizem que quando se irritava um dos seus olhos tomava um aspecto tão horripilante que ninguém ousava encará-lo) constitui-se numa sucessão de acontecimentos insólitos onde intercalam-se cenas de magnificiência oriental e beleza evocativa, detalhes da vida amorosa nos haréns e incidentes raros, extravagantes, às vezes selvagens, repletos de entidades sobrenaturais, rituais de magia negra com sacrifícios humanos, vampiros, luzes misteriosas; um clima de 1001 Noites com argumento delirantemente inventivo que fez Jorge Luis Borges considerar esta novela "o primeiro inferno realmente atroz da literatura, anunciando os esplendores satânicos de De Quincey e Poe, de Baudelaire e Huymans".

✔ A Volta do Parafuso, de Henry James
Irmão do filósofo William James, o escritor Henry James, nascido nos Estados Unidos e naturalizado britânico, foi um dos grandes expoentes da literatura realista. Na inspiração e na temática, sua obra oscilou entre a cultura americana e a britânica, pela qual sentiu desde jovem grande afinidade. Henry James foi um escritor extremamente prolífico.
Consideradas uma ponte entre o romance do século XIX, suas obras constituem um permanente estudo psicológico de uma civilização corrompida pelo afã de riqueza, cuja única salvação reside no reconhecimento de suas formas de vida e dos valores culturais e morais tradicionais. Na desconcertante A Volta do Parafuso (1898), Henry James atinge sua expressão máxima como romancista. A obra tornou-se um modelo da narrativa do terror psicológico.

✔ As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley 
A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da Árvore são os quatro volumes que compõem As Brumas de Avalon - a grande obra de Marion Zimmer Bradley -, que reconta a lenda do rei Artur através da perspectiva de suas heroínas. 
Guinevere se casou com Artur por determinação do pai, mas era apaixonada por Lancelote. Ela não conseguiu dar um filho e herdeiro para o marido, o que gera sérias conseqüências políticas para o reino de Camelot. Sua dedicação ao cristianismo acaba colocando Artur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência dos padres cristãos, apesar de seu juramento de respeitar a velha religião de Avalon. 
Trata-se, acima de tudo, da história do conflito entre o cristianismo, representado por Guinevere, e da velha religião de Avalon, representada por Morgana. 
Ao acompanhar a evolução da história de Guinevere e de Morgana, assim como dos numerosos personagens que as cercam, acompanhamos também o destino das terras que mais tarde seriam conhecidas com Grã-Bretanha. 
As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que é ao mesmo temo real e lendária - desde as suas desesperadas guerras pela sobrevivência contra a invasão saxônica até as tragédias que acompanham Artur até a sua morte e o fim da influência mítica por ele representada.

✔ O Coração das Trevas, de Joseph Conrad
Tensões antagônicas afloram na obra de Joseph Conrad: idealista, ele deixa entrever um conservadorismo político sem ilusões ao seu amor à ordem e às instituições soma-se o fascínio pela figura do pária, e seus heróis solitários só encontram por fim uma absoluta solidão. Conrad, que era polonês de nascimento, tornou-se um dos grandes estilistas da língua inglesa, a qual só começou a usar depois de adulto. 
O Coração das Trevas é considerado uma de suas obras-primas. Nesta magistral novela a África é evocada por analogia com o mundo interior da pessoa, nela o autor narra o drama da destruição moral de um europeu perdido entre os selvagens do Congo. Com o nome de Apocalypse Now, em 1975 a obra foi filmada por Francis Coppola. Marlon Brando desempenhou o papel de Kurtz - o principal personagem do livro.

✔ Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo
Noite na Taverna é uma obra publicada postumamente no ano de 1855 em uma coletânea de textos do autor em dois volumes. De tons trágicos e cheia de fantasia, a obra é uma autêntica representante da escola byroniana do Romantismo no Brasil.
O livro está dividido em sete capítulos. O primeiro capítulo faz uma introdução, traça o cenário (uma taverna) e apresenta os personagens. O último finaliza a história anterior e o livro simultaneamente, dando um caráter de realidade às histórias narradas pelas cinco personagens. O diálogo inicial entre Satã e Macário, que é o final de outro livro de Álvares de Azevedo, Macário, demonstra que o que se vai ler é algo cheio de vícios. Além disso, uma característica da obra é a visão idealizada do amor, pois só o amor seria capaz de corrigir todos os males.
Reunidos em uma taverna, as personagens, descrentes com a vida e o amor, cheios de vícios e amantes do vinho, definem-se como libertinos, admiram Don Juan e contam "histórias sanguinolentas" envolvendo o amor e crimes do passado, todas com fins trágicos.

Bônus
As influências do estilo Gótico é nitidamente perceptível em muitas obras atuais, porém, são raras aquelas que são classificadas ou assumem inteiramente tal gênero. Como exemplo, e para ilustrar o gótico contemporâneo, adicionamos como bônus um lançamento recente que não tem medo de dizer que bebeu dessa fonte com ardor.

✔ Filme Noturno, de Marisha Pessl
Com uma narrativa ágil, pontuada por recortes de jornal, páginas da internet, relatórios policiais e bilhetes manuscritos, Filme Noturno é um thriller que mantém o leitor preso até a última página. 
Em uma noite fria de outono, Ashley Cordova é encontrada morta em um armazém abandonado em Manhattan. Embora a polícia suspeite de suicídio, o jornalista Scott McGrath acredita que exista algo mais por trás dessa história. Seu interesse pelo caso não é gratuito: Ashley é filha do famoso e recluso diretor de filmes de terror Stanislas Cordova, um homem que não é visto em público há mais de trinta anos e que, no passado, teve um papel trágico na vida de McGrath. 
Impulsionado por vingança, curiosidade e necessidade de descobrir a verdade, o jornalista é atraído para o horripilante e hipnótico mundo de Stanislas. Da última vez que chegou perto do cineasta, McGrath perdeu o casamento e a carreira. Dessa vez, pode acabar perdendo muito mais.

Qual o seu Livro no estilo gótico favorito? Tem alguma obra que você classifica dentro dessa categoria? Conte-nos em nossos comentários

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domingo, 12 de outubro de 2014

Fatos que você desconhece sobre o verdadeiro Drácula

É bem sabido que a versão sombria do Príncipe da Valáquia contextualizada pelo escritor Bram Stoker é o primeiro exemplo que conhecemos de um vampiro considerado "clássico", e um dos monstros mais atemporais da literatura. E caso tenha curiosidade, você pode conhecer um pouco mais da história sob o criador e criatura em nossa postagem sobre os Fatos que você Desconhece sobre o autor de Drácula.
Mas por agora vamos nos atar a algumas discrepâncias sobre o verdadeiro Vlad, o Empalador e sua famosa sede de sangue, e descobrir porque a sua versão romantizada, por mais terrível e assustadora que seja, não chega aos pés da maldade encarnada que foi o verdadeiro Drácula.

 Dracula molhava o pão em baldes de sangue
O Dracula da vida real pode não ter sugado sangue diretamente dos pescoços de suas vítimas, mas ele bebeu o líquido de uma forma diferente: mergulhando pedaços de pão em baldes de sangue drenado das pessoas que matou.
O manuscrito do século XV, "A História de um Louco Sanguinário Chamado Drácula da Valáquia", por Michel Beheim, descreve como era a recepção de alguns convidados de Vlad III em sua mansão. Ele lhes proporcionava um banquete, e em seguida os empalava ali mesmo na mesa de jantar. Com os corpos ainda perfurados sobre as estacas, ele vagarosamente terminava a sua própria refeição mergulhando o pão na coleta de sangue abaixo dos corpos.

✔ Ele vingou seu pai assassinando centenas
Vlad III passou grande parte da sua infância em uma prisão turca, e quando conseguiu sair, ele descobriu que seu pai havia sido traído por seu povo e enterrado vivo por soldados húngaros. Ele sabia que muitos dos nobres que serviram ao seu pai estavam envolvidos na traição; mas não sabia especificamente quais, então ele convidou a todos (cerca de quinhentas pessoas no total), para uma festa em sua casa. 
Uma vez que a festa acabou, soldados de Drácula correram para os quartos de hóspedes e empalaram cada nobre presente. Drácula então passou a usar essa tática inúmeras vezes. Ele atraía as pessoas para a sua casa com um banquete, e depois matava todos. Eventualmente, as pessoas sabiam o que significava ser convidado para uma das festas de Drácula, mas compareciam de qualquer maneira, porque caso recusassem eram mortos no momento do convite.

✔ Ele tinha um grande senso de Humor
A vida para Drácula não era apenas trabalho, matar, trabalho, empalar e trabalho. De acordo com a maioria das fontes da época, podemos dizer até que ele tinha um certo senso de humor, ou pelo menos era conhecido por fazer algumas piadas incrivelmente mórbidos sobre como suas vítimas morreram. Por exemplo, ele gostava de descreve como as pessoas muitas vezes se contraiam como sapos quando morriam por empalamento. 
Em outro caso um visitante chegou à sua casa apenas para encontrá-lo cheio de cadáveres em decomposição no pátio, Vlad perguntou: "Você se importa com o mau cheiro?", quando o homem disse que sim, Dracula o empalou e pendurou o sujeito no teto, onde o cheiro não era tão ruim.

O Empalamento era a única punição
É fácil pensar em Drácula como um louco solitário apenas correndo por aí matando pessoas, mas não era bem assim. O homem era simplesmente o príncipe da Valáquia, e muitos de seus "crimes" foram frutas da sua própria forma distorcida da lei e da ordem. 
O fato é que o empalamento era praticamente a única punição cabível da época, não importando se o seu crime foi roubar um pedaço de pão ou assassinato. Mas é claro que haviam exceções. Um relato descreve o caso de um cigano que roubou algo enquanto viaja pelas terras de Drácula. O príncipe então decidiu por ferver o homem e depois forçou os outros ciganos a comê-lo.

✔ Ele se livrou de todos os doentes e pobres queimando-os vivos
Em uma tentativa de limpar as ruas da cidade de Tirgoviste (capital da Valáquia), Drácula convidou todos os doentes, vagabundos, mendigos até uma de suas casas sobre o pretexto de uma festa (e sabemos onde isso vai parar). Depois de terem comido o prato principal, Drácula educadamente se desculpou por ter que se ausentar e deixou o lugar enquanto chegava a sobremesa, em seguida queimou o edifício inteiro enquanto todo mundo ainda estava lá dentro. De acordo com o relato, ninguém sobreviveu.

✔ Ele envenenou sua própria terra para atingir os invasores turcos
Em 1400, a região da Valáquia estava sob ameaça constante de seus vizinhos, os turcos. Vlad que não gostava de ser acuado para um canto, enviou um exército para empurrar os turcos para fora da sua terra. Porém os turcos acabaram forçando Vlad a fazer uma retirada, mas Drácula não se deu por vencido. Quando ele se retirou queimou suas próprias aldeias ao longo do caminho para que o exército turco não tivesse qualquer lugar para descansar. Ele foi tão longe que chegou ao ponto de envenenar seus próprios poços e assassinar milhares de seus próprio povo, só para que o exército turco não tivesse essa satisfação.

✔ O Corpo de Drácula desapareceu
Dracula morreu no campo de batalha lutando contra uma invasão de turcos. Seu exército estava em desvantagem, e por isso a maioria de seus soldados apenas mudou de lado depois que perceberam que a chance de empalamento no outro exército era significativamente menor. Sua cabeça foi cortada, possivelmente por suas próprias tropas, e enviada para o sultão turco que a empalou em uma lança e pendurou fora de seu palácio.
Relatos indicam que o corpo de Drácula foi então enterrado em um cemitério no Mosteiro Snagov, fora de Bucareste. Mas há relatos conflitantes; alguns dizem que seu corpo nunca foi realmente encontrado lá, enquanto outros dizem que seus possíveis restos foram de fato encontrados, mas depois desapareceram . É muito provável que sua sepultura tenha sido violada em algum momento; como realeza, ele provavelmente teria sido enterrado com tesouros, fazendo do seu túmulo um bom alvo para ladrões. E, claro, sempre existe aquela outra teoria sobre o por que do seu corpo nunca ter sido encontrado... Porque ele é o Drácula.

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