segunda-feira, 21 de agosto de 2017

CONCURSO CULTURAL: Sorteio do livro 'A Morte do Capitão América'

Em mais um Concurso Cultural, O Dito pelo Maldito vai sortear o livro "A Morte do Capitão América" escrito por Larry Hama e lançado aqui pela Novo Século, para os nossos seguidores do Instagram.
Para participar, basta seguir a risca o regulamento abaixo, e torcer para ser o nosso sorteado:
1- Siga o perfil do @ditopelomaldito no Instagram.
2- Curta a imagem oficial do sorteio no Instagram.
3- Marque dois amigos nos comentários da imagem. (Serão aceitos no máximo três comentários por participante, considerando que cada comentário marque pessoas diferentes! Não serão válidos comentários que marquem perfis de celebridades, de empresas, ou perfis fakes).
4- Ter endereço de entrega localizado no Brasil.

E PRONTO!!! O sorteio vai rolar no dia 9 de Setembro, e o ganhador será avisado por mensagem no Instagram, tendo 3 dias para informar os dados completos para o envio dos prêmios.
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terça-feira, 25 de julho de 2017

Livros que previram o futuro com uma precisão assustadora

O falecido Tom Clancy ficou conhecido por sua incrível capacidade de prever com precisão acontecimentos futuros com os seus livros de ficção. Seu romance "Dívida de Honra" de 1994, descreve curiosamente um ataque em 11 de setembro, assim como seu livro "Vivo ou Morto" de 2010 que descreve a captura de Bin Laden como um inimigo público.
Apesar de notável, essas aparentes premonições não são tão incomuns quanto se pensa. Escritores de ficção científica vem prevendo o futuro há séculos. Jules Verne descreveu naves espaciais e submarinos antes mesmo que estes veículos existissem. Apesar de não mergulhar nas profundezas do oceano dentro de "um objeto longo, fusiforme, às vezes fosforescente, e infinitamente maior e mais rápido que uma baleia", sua previsão, enquanto distorcida, tornou-se realidade.
Isso nos leva a clássica pergunta do 'ovo e da galinha': Escritores simplesmente percebem o sentido que um fenômeno cultural está tomando, ou são suas idéias que inspiraram a mudança cultural e tecnológica de uma era? Em alguns casos, a imaginação de um escritor serve como uma espécie de catalisador para novas tecnologias. Mas em outros casos, chega a ser difícil dizer se o autor tem, ou não, a ver com as eventuais invenções que surgem.
Abaixo você encontra algumas dessas previsões literárias da ficção científica, que acabaram virando parte da nossa realidade:
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domingo, 23 de julho de 2017

O Diário de M.H. (Thalles Paraíso)

Sou daqueles que acreditam que uma expectativa criada na pré leitura de um livro, deve obrigatoriamente ser quebrada no decorrer das suas páginas. E na maioria das vezes, essa prova ser a experiência mais memorável da vida de um leitor assíduo. Acostumado com clichês, entediado por vícios de roteiros e condicionado a repetir o mais do mesmo, no fundo, tudo que você espera ao escolher uma próxima leitura, é que a história te surpreenda já no primeiro capítulo. E que o autor se supere no final.
Algumas obras conseguem invocar este impacto através de personagens marcantes, outras ostentam tramas elaboradas, muitas investem em um universo meticulosamente construído, e uma pequena parcela delas consegue atingir este zênite apostando em uma narrativa totalmente fora da curva.
Esse foi o sentimento que me abateu com a decodificação de 'O Diário de M.H.' (Editora Novo Século, 382 páginas), trabalho de estreia de Thalles Paraíso, um escritor que não possui qualquer receio de deixar expostos os paralelos da sua própria biografia com a psiquê de seu protagonista.

Mostrando fidelidade ao seu título, O Diário de M.H. é propositalmente arquitetado para parecer com um descompromissado diário, desde a sua capa até o seu designer interno, exibindo pautas de caderno e diversos desenhos aleatórios que ilustram a história de Malcom Hammet, um sujeito decadente que sobrevive ao fim de uma carreira tragada pelo alcoolismo. Acostumado a lidar com entidades sobrenaturais, Malcom se vê de volta ao perigoso jogo da caça ao tentar ajudar uma menina vendida como escrava para um tipo de entidade demoníaca.
Narrado na primeira pessoa (como um bom diário deve ser), o leitor acompanha de perto a confusão mental do personagem, jogado em uma caçada de gato e rato, sem saber ao certo o seu papel dentro deste enredo sinistro.
A trama oscila entre cenas eletrizantes e momentos de auto-descoberta do protagonista que acabam retardando o dinamismo da história de certa forma, mas algo que já é esperado devido ao formato do livro, prometendo soar verdadeiramente como um caderno de anotações pessoais de alguém que desesperadamente precisava registrar, algo que não teria com quem compartilhar.

O livro possui todos os requisitos básicos que o legitima como o primeiro trabalho de um autor que parece ainda ter muito a dizer, e que está procurando a melhor forma de executar seus planos. O seu visual diligente cria um vínculo impessoal com o leitor, que naturalmente se sente impelido a aplicar um ritmo de leitura cadenciado sutilmente imposto pelos capítulos, que na verdade são separados e intitulados pelos dias vividos por Malcom.
Por fim a história entrega o que o leitor não pediu, e cumpre aquilo que nem prometeu, com um itinerário que a todo momento deixa o leitor tão inseguro quanto curioso pelo que está por vir a cada virada de página. E termina bem longe da sua zona de conforto.

Para conhecer o final dessa história, clique agora no banner abaixo da nossa parceira Amazon e compre o seu exemplar. Depois volte aqui e conte a sua própria experiência com o livro em nossos comentários.
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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Editora Draco procura autores para coletânea sobre a Segunda Guerra Mundial

Não é à toa que a guerra é um dos quatro cavaleiros do apocalipse. No campo de batalha, grupos de seres humanos entram em conflitos de vida ou morte apenas para resolver questões políticas, disputas de poder e diferenças culturais e/ou religiosa. Enquanto generais decidem as vidas de milhões em verdadeiros jogos de guerra, grandes narrativas são construídas nas diversas frentes de combate.
Quem gosta de cinema, literatura, quadrinhos e qualquer outra forma de contar história, já deve ter notado que dentre todos os conflitos armados a Segunda Guerra Mundial é um dos mais fascinantes. Provavelmente, ela é um dos eventos históricos mais discutidos, retratados e transformados em obras de ficção de toda a história. Os fatores que causam esse encantamento são muitos: mudanças tecnológicas, líderes carismáticos, início da globalização, conflitos ideológicos, vasta documentação disponível, genocídios desumanos, experimentos secretos, espionagem etc.
Por todos esses fatores, a Editora Draco está abrindo uma seleção para a coletânea de quadrinhos Arquivos Secretos da Segunda Guerra Mundial.
As histórias do álbum são para um público adulto, portanto nudez e violência são permitidas, desde que façam parte do contexto e não sirvam simplesmente para chamar atenção. Isso não é um concurso, mas uma seleção do que melhor atender aos interesses editoriais da Editora Draco.
A coletânea terá 168 páginas, com 8 histórias de 20 páginas coloridas. Isso mesmo, o álbum todo será em cores. A publicação terá o formato de álbuns para livrarias, ou seja, a ideia não é a distribuição em bancas, mas nas grandes redes de livrarias ou casas especializadas. E o prazo de entrega vai até 6 de novembro de 2017.
Para mais informações clique aqui e envie o seu trabalho!
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Parceria entre editoras permite leitura gratuita da trilogia Johnny Bleas em plataforma da Amazon

O Reino de Asterium está em festa se preparando para a coroação de seu legítimo herdeiro, Johnny Bleas. Quem não conseguiu ler os dois primeiros livros da trilogia, tem agora uma oportunidade única de baixar gratuitamente "Johnny Bleas - Um Novo Mundo" e "Johnny Bleas - O Núcleo da Montanha" através da plataforma Kindle Unlimited na Amazon.
Segundo o escritor João Gabriel Brene, autor da trilogia, essa é uma promoção por tempo limitado em preparação ao lançamento do último livro da série. "Em parceria com a Editora Pandorga, fizemos uma ação promocional com duração prévia de 6 meses. Até o lançamento do livro 3, Johnny Bleas o Herdeiro de Asterium, que deverá acontecer em dezembro deste ano", explica J.G. Brene 
A promoção consiste em divulgar ao máximo os livros 1 e 2 para assim disponibilizar a obra para o maior número de leitores possível. "Com isso colocamos os livros na Amazon Kindle Unlimited de graça. E para os usuários do kindle comum colocamos os livros a USD 0.99", frisa o autor da trilogia Johnny Bleas.
O livro digital, ou e-book, como é chamado segue como uma grande tendência no mercado editorial, popularizando a leitura. As obras de J.G. Brene seguem esse ritmo conquistando os mais variados perfis de leitores 
A versão impressa do livro de aventura e fantasia também segue entre os destaques da Editora Pandorga. As maiores livrarias do país, como Saraiva, Livraria Cultura, Livraria Leitura e Fenac oferecem a trilogia Johnny Bleas em seu catálogo que cada vez mais ganha notoriedade no meio literário nacional, entre os livros de aventura e ficção.

Apesar dos grandes desafios que o mercado literário enfrenta em 2017, o escritor está otimista quanto ao aumento do interesse dos brasileiros pela leitura.
"Este não foi um ano fácil para o meio literário, na verdade foi um grande desafio para o mercado. Contudo gosto de sempre acreditar que ainda faremos deste país uma nação leitora!", finaliza o autor da trilogia Johnny Bleas, João Gabriel Brene.
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

7 Livros para ler se você gosta da série 'American Gods'

Como assistimos em 'American Gods', não há mais dúvidas de que os deuses estão entre nós. Muitos tentam nos enganar, alguns nos usam como peões em seus jogos, e a maioria simplesmente não se importa conosco. Seja qual for a agenda desses seres aqui na Terra, os deuses sempre renderam personagens interessantes na literatura, principalmente quando surgem dispostos a descer do alto de seus panteões para sujar suas mãos divinas na lama em que nos deixaram.
Para aqueles que já foram arrebatados pela adaptação da brilhante obra de Neil Gaiman para a TV, aqui estão outros livros que vão te manter no clima, até a próxima temporada da série.
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sábado, 15 de julho de 2017

Cássia Eller – O Musical reestreia no Teatro Opus, em São Paulo

Destacando a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB, “Cassia Eller – O Musical” reestreia, no novíssimo Teatro Opus (Shopping Villa-Lobos), em São Paulo. O espetáculo que já foi visto por mais de 150 mil espectadores e percorrer as 27 capitais brasileiras, confirmou, até então, curta temporada até o dia 13 de agosto.
“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.

O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical - dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional - sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.
A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.
O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com Emerson Espíndola, Evelyn Castro, Ingrid Gaigher, Leandro Daniel, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.
A banda é formada por Felipe Caneca e Roberto Kauffman (pianistas), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.

Serviço
SÃO PAULO (SP)
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 - Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping VillaLobos) www.teatroopus.com.br
Temporada: De 21 de julho a 13 de agosto
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