domingo, 25 de janeiro de 2015

10 Coisas que vão mudar na sua vida após publicar o seu primeiro livro (ou assim me disseram)

1. Na manhã da publicação do seu livro você vai se olhar no espelho do banheiro e verá um rosto diferente olhando de volta pra você; um rosto real, não a massa de carne disforme que antes você era obrigado a confrontar todas as manhãs. Você não ousará tocá-lo por medo de que este rosto evapore.

2. Você vai mudar a sua assinatura de e-mail de "Escritor", para "Autor publicado!". E até vai considerar a possibilidade de mudar a imagem de avatar do seu perfil para uma foto sua sorridente... Mas no fim vai preferir não fazê-lo.

3. Sua mãe vai começar a levantar a sua moral nos jantares e nas conversas com os amigos e parentes. Porém, de forma consistente, vai passar a dar palpites constantes nos títulos das suas obras, na maioria das vez querendo incluir algum 'plural' onde não se deve. Ela sempre terá uma melhoria a fazer no seu original.

4. Os Correios nunca entregarão as suas cópias pessoais da obra, e seu editor não será capaz de saber o destino de sua encomenda, e nem terá como substituí-la. As semanas passarão e você levará o seu cachorro até o petshop, onde encontrará uma gaiola de pássaros com as páginas cagadas do seu livro. 

5. Um dentre os três primeiros amigos que você escolheu para ler o original do seu livro vai perder subitamente toda a memória referente a você ou a existência do seu livro. Quando se deparar com a obra pronta exposta na prateleira de uma livraria, seu nome irá aparecer como um borrão na mente desse infeliz.

6. Algum aspirante a escritor vai escrever uma postagem sobre o seu livro. Provavelmente ele vai interpretar mal as suas intenções e apontará muitos elementos problemáticos que fazem o seu trabalho irrelevante para os leitores contemporâneos. Você novamente vai consultar aquele rosto refletido no espelho do banheiro e vai ganhar confiança ao rir de si mesmo e desta situação.

7. Aquele cara do colégio que vivia te azucrinando na hora do recreio vai encontrar algum parente seu na rua e se gabará de como vocês eram 'muy amigos' na adolescência. Cada boa notícia que essa criatura receber a seu respeito, será como um retalho de frustração a mais em sua colcha de fracassos.

8. Você vai pagar do próprio bolso para promover o lançamento do seu livro. Haverá apenas umas poucas pessoas que estarão ali realmente para prestigiar o seu trabalho, e entre essa meia dúzia, apenas uma estará empolgada de verdade para ter a sua assinatura em um exemplar. Essa vai te dizer o quanto a leitura do seu livro foi importante para sua vida e como a obra tocou em algo profundo em seu peito que ela nem sabia que estava lá à espera de ser desperto.

9. É provável que seu pai não de a mínima para o seu livro, mas se acaso isso ocorrer, ele vai te dar o primeiro 'parabéns' em muitos anos, mas vai dizer que não leu o livro ainda porque tem andado muito ocupado, mesmo já sendo aposentado. E ao contrário da sua mãe, ele jamais se gabará com os amigos a respeito disso e muito menos te ajudará na divulgação do seu trabalho.

10. Alguns meses após o lançamento um entrevistador vai entrar em contato por e-mail perguntando para quando sai o próximo livro, e você vai correr com o seu laptop para o banheiro e preferir que nunca tivesse tido um espelho por lá.

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-Como introduzir o seu livro auto-publicado no mercado literário
-E o meu livro? Já comprou?

sábado, 24 de janeiro de 2015

Fatos surpreendentes sobre a história de Gotham City

Agora que temos uma série totalmente dedicada a cidade de Gotham, e com o Batman retornando em mais um filme da DC, o público naturalmente voltou a percorrer as ruas perigosas desta cidade sombria. Por mais de sete décadas, Gotham já passou por terremotos, pragas generalizadas e abrigou alguns dos piores lunáticos dos quadrinhos. Simplesmente não dá pra entender como alguém ainda mora naquele lugar, a não ser pela remota chance de tirar uma foto selfie com o Batman.
Pensando nisso, pesquisamos um pouco mais sobre a história da cidade na esperança de compreender melhor todo esse carma ruim que paira sobre as nuvens pesadas de Gotham.
Depois de expormos aqui alguns 'Fatos Bizarros na vida do Robin, o Menino-Prodígio', agora fizemos uma visita a biblioteca da cidade de Ghotam e apuramos alguns casos surpreendentes que talvez tenham sido esquecidos por seus cidadãos. 

✔ Os Fundadores da cidade invocaram um demônio
Já se perguntou porque tanta coisa ruim acontece justo em Gotham? Demônios, é claro. Na verdade, um demônio específico convocado por, ninguém menos que, Thomas Jefferson. Um morcego-demônio chamado Barbatos foi convocado por Jefferson, um ancestral de Bruce Wayne, e mais algumas personalidades importantes, e preso sob a cidade no fim da Guerra Civil. 
Está implícito desde o início da mitologia do Batman, que o lugar tem uma ligação com o mal que afetou diretamente o desenvolvimento da cidade e do seu povo, causando ou agravando alguns dos acontecimentos bizarros que ocorrem sobre a cidade. Isto significa que, de certa forma, Batman consequentemente ajudou a criar a mitologia demoníaca da sua própria cidade.

✔ Ela já foi declarada "Terra de Ninguém" pelo governo
Quem assistiu a trilogia do Nolan no cinema, deve lembrar a trama do último filme, quando Bane ameaça destruir a cidade caso o governo intervisse em seus planos. Para fazer valer a sua ameaça, Bane destrói todas as pontes que dão acesso a cidade. Que tipo de monstro faria isso?
Nos quadrinhos, é o próprio governo quem explode as ligações com a cidade. Depois de passar por um terremoto que matou mais de um milhão de pessoas e danificou a maioria dos edifícios da cidade, os cidadãos finalmente receberam a ordem de evacuação do lugar. Com a cidade praticamente vazia e quase toda destruída, o governo pôs abaixo as pontes de Gotham e declarou aquilo uma terra de ninguém com uma única regra específica: Aqueles com antecedentes criminais tinham que permanecer na cidade em ruínas. Isso criou um problema imediato já que muitos eram pobres ou teimosos demais para deixar a cidade, e agora estavam efetivamente presos com criminosos. Comissário Gordon e seus homens decidiram ficar e proteger esses cidadãos junto com Batman. Para piorar as coisas, todo mundo que ficou na cidade teve sua cidadania revogada pelo governo.
✔ Ela já foi reconstruída por Lex Luthor
"Terra de Ninguém" parecia ser um problema do qual Gotham jamais se recuperaria. Um massacre por terremoto, a cidade em ruínas, evacuações em massa e o abandono pelas forças federais parecia ser a tempestade perfeita para devastar a cidade. Mas ela foi salva por uma fonte bem improvável: Lex Luthor. Ele gastou grande quantidade de seu dinheiro (aparentemente ilimitado), afim de reconstruir a cidade a partir do zero.
Curiosamente, as mãos do governo estavam atadas. Eles tinham literalmente abandonado Gotham City, deixando a cidade a própria sorte e fora de sua jurisdição. Portanto, a América não poderia fazer muito para impedir Luthor de ajudar um pedaço de terra desintegrado do país. Teria sido um desastre de relações públicas para o presidente. Então, Lex reconstruiu a cidade, e o presidente cedeu à pressão da opinião pública e trouxe Gotham City de volta para os Estados Unidos. Quanto a Lex, todo seu filantropismo acabou se mostrando parte de um esquema para controlar a cidade por meio de fraudes.

✔ O Asilo Arkham já foi um lugar alegre
Embora hoje em dia tenhamos a imagem do Arkham como um lugar gótico de terror e loucura onde ninguém nunca fica curado, curiosamente, ele não foi sempre assim. O asilo foi introduzido em 1974 por Dennis O'Neil, que inicialmente se apoiou no tom um pouco mais lúdico da Era de Prata, permitindo vilões como Coringa terem a sua saúde mental tradada, em vez de serem jogados na cadeia. No entanto, como as histórias de Batman ficaram mais escuras com o tempo, acabou ocorrendo o mesmo com o Asilo.
A reputação do Asilo Arkham foi cimentada no quadrinho Arkham Asylum: A Serious House on Serious Earth que rendeu a história assustadora que o lugar ostenta até hoje. Seu fundador, Amadeus Arkham, queria tratar aqueles que sofriam de doenças mentais, como sua mãe tinha. No entanto, um de seus pacientes, um homem chamado Martin "Mad Dog" Hawkins, escapou. Ele estuprou a esposa de Arkham e matou a mulher e seu filho. Martin foi um dos primeiros pacientes quando o Asilo Arkham abriu oficialmente. Amadeus insistiu em tratar dele e "acidentalmente" o matou com tensão de uma cadeira de eletrochoque. Amadeus tornou-se mais errático e sanguinário, acabou se tornando parte da sua própria prisão e criando a lenda que vagueia pelos corredores do asilo para garantir que ninguém nunca verdadeiramente fique curado.

✔ Gotham também é a cidade de Lanterna Verde
Para a maioria dos fãs casuais, Gotham é compreensivelmente sinônimo de Batman. No entanto, o homem morcego não é o único herói que tem uma reivindicação de décadas sobre a cidade, essa também já foi a área de atuação do Lanterna Verde.
Na verdade, não o Lanterna Verde que todo mundo conhece, mas o seu antecessor da Era Dourada dos Quadrinhos, Alan Scott. O anel deste Lanterna era alimentado por uma força mística conhecida como a Starheart. Apesar desta diferença, os seus poderes são muito familiar com os dos Lanternas modernos. Alan Scott originalmente vivia em Gotham City e trabalhou para a empresa Gotham City Broadcasting. Ele lutou contra o crime na cidade como Lanterna Verde, e uma vez um jovem Bruce Wayne o viu detendo um bandido nas ruas de Gotham, ajudando a inspirar o futuro Batman.
✔ O Governo de Gotham facilita a vida do Batman
Depois de aceitar uma história sobre um bilionário que espanca criminosos malucos durante a noite, é preciso tentar entender o seguinte fato: Por que todos o telhados da cidade estão sempre livres para o Batman salatar e escalar por eles? Onde estão os anúncios extravagantes e sinais de néon que poluem os telhados de todas as grandes metrópoles? Felizmente, os quadrinhos fornecem uma resposta para esta pergunta. 
Em Arkham Asylum: Living Hell, foi revelado que um preso do Arkham chamado Humpty Dumpty, uma vez tentou consertar o relógio da torre de Gotham causando uma enorme reação em cadeia que derrubou a maior parte dos adereços gigantes de propaganda dos telhados de Gotham. Depois disso Gotham passou a proibir esse tipo de propaganda dentro da cidade.

✔ Gotham está localizada em New Jersey
Gotham é uma cidade com múltiplas identidades. Já foi Nova York, no sentido que as primeiras histórias do Batman foram criadas em Nova York antes de "Gotham" ser literalmente mencionada nas páginas dos quadrinhos. 
A influência visual de Nova York está viva em ambos os filmes de Tim Burton. Já os filmes de Christopher Nolan são bem conhecidos por terem sido filmados principalmente em Chicago. No entanto, o mais sensato seria afirmar que a localização da cidade do Batman é, de fato, no estado de New Jersey. A "prova" definitiva vem do RPG DC Comics de 1990, que forneceu um mapa da América daquele universo, em que Gotham City estava claramente localizada em New Jersey. 

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

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Atenção leitores fiéis desse blog mal feito! A Vitrinepix junto com a nossa loja virtual Paiol do Mal, acaba de liberar descontos de 20% em todas as camisas e caneca do blog Dito pelo Maldito!
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A extrema ignorância dos extremistas

Todo radicalismo é ignorante, e aqui será o nosso ponto de partida.
Acordei jogado no sofá e tentei abrir os olhos. A cabeça girava e, numa olhada rápida, preguiçosa, notei duas garrafas de vinho vazias sobre a mesa da sala. A noite passada foi torpe, sim, porém pouco produtiva, como as últimas noites todas. Então o maldito telefone tocou.

- Alô..
- Que voz horrível, Pitz! Parece um moribundo.
- É a única voz que eu tenho, Geraldo. O que você quer?
- Viu o que aconteceu na França?
- Não.. Tá faltando baguete por lá?
- Antes fosse. Uns terroristas islâmicos invadiram a revista Charlie Hebdo, mataram 12 pessoas.
- Ah, não fode... Sério isso?
- Pois é, mataram os chargistas!

Merda. Essa não foi uma boa maneira de começar um dia que, antes mesmo da péssima notícia, já anunciava que poderia ser um dia ruim. Meus amigos, e certamente um bom número de leitores fiéis, sabem o quanto eu odeio os extremistas, isso é um fato. Não compactuo com nenhum tipo de extremista, pois toda a radicalização extrema de um pensamento, por motivos ideológicos (onde incluo também a religião), tende a ser maniqueísta ignorante e restritiva. A tal força superior que criou o mundo certamente não gostaria de ver uma cambada de alienados matando em seu nome, por sua honra e glória, por sua suposta vontade.
Tomei uma ducha fria, liguei a cafeteira. Depois de duas xícaras fartas de café, conectei a internet no intuito de saber mais sobre o ocorrido na França.  Meu grande erro foi passar pelo twitter, e acabar lendo alguns comentários dessa turma politicamente correta e vermelha:
“Eles cutucaram onça com vara curta e se foderam”
“A diferença entre os terroristas islâmicos e os reaças de direita, fundamentalistas do Brasil, é a arma na mão, mas aqui eles ocupam vagas no congresso e possuem canais de TV”
“Os coxinhas vão dizer que foi a Dilma quem mandou matar esses caras da Charlie Hebdo”
“Agora eles aprendem a respeitar a religião dos outros”
“A extrema direita da França está feliz agora, vai poder desfilar seu preconceito cretino contra os muçulmanos”

Meus caros leitores, por favor, prestem atenção nas frases acima, leiam novamente. Isso partiu da turma politicamente correta, essa garotada histérica que se ofende com palavras bobas, mas não toma partido quando inocentes são massacrados, fuzilados, decapitados! Essa mesma juventude psicopata que, ao lado de velhas raposas vingativas, defendem ditadores cruéis, e um sistema político que nos aprisiona sob a bandeira da libertação! Abram os olhos enquanto é tempo! Se um cristão diz algo baseado na bíblia (e eu não sou a porra de um cristão) é taxado de crente, burro, reacionário, preconceituoso, mas quando um muçulmano o faz baseado em seus livros e leis sagradas que defendem inclusive o apedrejamento de mulheres (entre outras aberrações), são defendidos pelos mesmos caras que atacam os cristãos. Moleques imbecilizados, dopados pelo ópio da ideologia barata, consumida da pior maneira possível por cápsulas de populismo e incompreensão. Garotos cinzentos, de visão limitada, sem o menor senso de humor, e sem noções básicas de respeito e amor ao próximo. Está na hora de chutar para bem longe essa patuscada de histeria coletiva, baseada nessa avalanche politicamente correta, basta! Sejamos daltônicos, imparciais, isso é ser correto. Sejamos fiéis aos valores de igualdade entre todos, isso é ser correto. Não vamos deixar que eles façam a nova ordem mundial com suas bandeiras e gritos de ordem. Não se omita, não se acovarde com os gritos deles, com a empáfia de suas razões compradas no açougue. 

Agora, como em outras épocas não tão remotas, precisamos da união dos seres racionais, dos intelectuais de verdade. Estamos em guerra contra a ideologia do massacre, dos moleques histéricos, dos psicopatas que nos governam rumo ao abismo. Precisamos de pessoas de verdade. Defensores da liberdade, que por fim é o nosso maior, senão único patrimônio.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Conheça o catálogo da Editora LeYa, a nova parceira do DpM para 2015

Atenção 'malditos' leitores! O DpM acaba de ser selecionado como blog parceiro da Editora LeYa. Ou seja, durante todo este ano vocês poderão encontrar os livros do vasto catálogo da editora resenhados e inclusos em nossas dicas literárias aqui no blog, além de participar de futuros sorteios e promoções desses exemplares.
Conhecendo a Editora LeYa...
A LeYa nasceu em 2008 como grupo editorial no qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras de língua portuguesa.
Líder do mercado editorial português, angolano e moçambicano, a LeYa está também presente no Brasil onde assumiu uma posição de destaque na área de edições gerais e onde atua, igualmente, no setor da Educação e das tecnologias aplicadas ao Ensino.
A força das marcas que integram a LeYa, os autores com que temos o privilégio de trabalhar e a qualidade do que, em conjunto, criamos fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversificada nos seus programas editoriais, bem como nas suas atividades na área da Educação.
Graças à integração de empresas e de profissionais profundamente enraizados nos respetivos mercados, a LeYa conta hoje com um capital humano extraordinário e detentor de um sólido e diversificado know-how nos meios Editorial, Educativo e Tecnológico.
Nos mercados onde opera, a LeYa apresenta-se com objetivos concretos de vir a ser protagonista, nomeadamente pelo papel que desempenha no mundo de língua portuguesa.

E para dar o ponta pé inicial nesta parceria, escolhemos destacar um dentre os vários lançamentos que a editora preparou para este mês de janeiro:
A Joia - A Cidade Solitária, de Amy Ewing
Viver com a realeza pode não ser tão nobre e glamouroso quanto parece... 
Joias significam riqueza, são sinônimo de encanto. A Joia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Joia quer dizer uma vida de servidão.
Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza.
Agora, aos dezesseis anos, ela finalmente partirá para a Joia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente e terá que lutar por sua própria sobrevivência.
Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco
Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.

Clique na imagem abaixo e saiba mais sobre os outros lançamentos...
Para firmamos essa parceria de vez, pedimos aos nosso leitores que curtam a página da Editora LeYa no Facebook, e quem quiser já ir se preparando para a overdose de qualidade literária que vem por aí, pode clicar aqui e dar uma conferida no expansivo acervo da editora e seus selos editoriais.