sábado, 21 de fevereiro de 2015

Conheça o lado chocante de alguns autores famosos

Não importa quantos livros publicados ou prêmios ganhos um escritor ostente em seu currículo, longe dos holofotes, todos são pessoas normais com seus próprios hábitos, maninas e crenças bizarras. As vezes eles podem deixar escapar essas excentricidades em obras escusas que acabam desconstruindo a imagem que cultivamos deles, e revelando uma vida dupla, com passatempos únicos e, porque não, até com uma certa ponta de loucura.

Os escritores citados abaixo são idolatrados pelo mundo todo por suas obras emocionantes e perspicazes, mas suas vidas particulares eram tão estranhas, que também merecem a nossa atenção.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Pinturas retratam como seria a imagem dos protagonistas de livros famosos

Como seria o semblante de  Lisbeth, a protagonista da famosa trilogia de Stig Larsson? Como você imagina ser Rodion Raskonikov? Qual a cor dos olhos de Wendy? Quando lemos uma história, automaticamente criamos imagens em nossas mentes com uma provável perspectiva de como seria a aparência de cada personagem narrado. Então, quando uma nova adaptação literária é anunciada para os cinemas, não conseguimos evitar julgamentos sobre as decisões do diretor para escolha do elenco.
Apesar de muitas vezes reclamarmos do resultado de uma produção desse tipo, sem dúvida que no fundo adoramos ver esses personagens ganharem vida e saltarem das páginas dos livros em forma corpórea. Foi com esse intuito que surgiu a exposição 'Fiction', promovida na Gallery Eden Modern de São Francisco, em que artistas contemporâneos retratam diferentes personagens de livros bem conhecidos, de acordo com a descrição de cada texto.
Abaixo você encontra algumas dessas pinturas (clique nas imagens para ampliar), e pode matar a curiosidade de como seria a fisionomia desses personagens inesquecíveis.

Lançamentos do Selo Tordesilhas para o mês de Fevereiro/2015

A nossa parceira Tordesilhas nos passou a importante missão de avisar aos nossos leitores os lançamentos de Fevereiro que eles acabam de lançar no mercado literário. Confira abaixo:

✔ Para onde vamos quando desaparecemos?, de Isabel Minhós Martins
Par sem uma meia, praia sem areia. Para onde as coisas vão quando desaparecem? A areia vai parar noutra praia. Já o sumiço das meias... este atravessa largas distâncias. No Brasil ou em Portugal – onde este livro foi originalmente publicado pela editora Planeta Tangerina –, não importa. Há sempre uma meia sozinha, esperando para ser reunida a seu par. E a outra, desgarrada, por vezes acaba reaparecendo, e sempre em lugares inacreditáveis, sem ninguém saber direito como foi que tudo aconteceu.
Esse é um dos mistérios da vida, que os distribui em bandejas. Para onde, por exemplo, vão as nuvens e as poças d’água? O barulho quando se faz silêncio? São perguntas simples – no estilo da clássica “Por que o céu é azul?”, que quase todos os pais já devem ter escutado –, mas imbuídas de uma reflexão muito mais profunda: para onde vai o que não está mais aqui?
Recorrendo a analogias leves e a mistérios do cotidiano que comumente suscitam dúvidas na cabeça dos pequenos, Para onde vamos quando desaparecemos? trata da morte de forma sutil, sem, em qualquer momento, falar explicitamente sobre ela. Essa ausência, inexplicável para quem fica e se questiona, pode ser muito angustiante para a criança, mas é irreversível e certa para todos os que vivem – e é por isso que precisa ser trabalhada junto a ela.
Escrito e ilustrado pelas portuguesas Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso, referências do atual cenário infantojuvenil internacional, Para onde vamos quando desaparecemos? chega às prateleiras para ajudar pais e educadores na desafiadora tarefa de conversar de forma tranquila com os pequenos sobre a finitude da vida.

✔ O que não existe mais, de Krishna Monteiro
Krishna Monteiro é um escritor excepcional no modo como maneja as palavras e trata seus temas: memória e desajuste, solidão e renascimento. O tema da memória é adiantado no título e se desenrola ao longo dos sete contos do livro. Em “O que não existe mais”, um filho é perseguido pela imagem viva do pai: “Na primeira vez que te vi depois de tua morte, tu estavas na sala, de pé em frente à minha estante e aos meus livros”. Usando artifícios narrativos como o sonho dentro do sonho, Krishna enreda leitor e personagem numa miragem, como aquelas com as quais nos deparamos quando achamos ter visto alguém já falecido no rosto do familiar dele.
É por meio da memória que se reproduzem histórias, como bem sabe o autor, que explora o universo de sua transmissão oral em “Alma em corpo atravessada”. No conto de encerramento do livro, o narrador, junto a outras crianças, ouve à noitinha e ao pé do fogão casos narrados por uma mulher sem nome que, como acompanhamento, mexe as mãos sobre as chamas, produzindo sombras ilustrativas. A doença dela, entretanto, interrompe a diversão, e com o tempo as crianças vão deixando a casa. Anos mais tarde, o narrador revisita o lugar, que abriga as lembranças afetivas de outrora; os elementos do espaço são “cântaros para o interior dos quais fluiu, durante anos, sem que percebêssemos, a memória do que se disse e encenou entre as paredes”. Embora a solidez da estrutura de uma casa remeta a algo acabado, fechado, a memória se caracteriza exatamente pelo contrário: está eternamente recontando a si mesma, dando novo significado a momentos, lugares e pessoas que já não existem mais – mas que, num inerente paradoxo, estão a renovar sua existência a cada lembrança.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Os melhores livros sobre vícios

'A carne é fraca', é verdade, e com essa premissa parece que encontramos a desculpa perfeita para sucumbir as mais diversas tentações humanas sem qualquer sensação de culpa ou peso na consciência. Desde os perigosos Sete Pecados Capitais, até os vícios mundanos mais medíocres, nos entregamos aos seus clamores sem qualquer tipo de pudor. Afinal, o que podemos fazer?! Somos apenas meros humanos.
Sexo, comida, inveja, drogas, sonhos, bebidas, seja qual for o seu vício, eles nunca são tão simples quanto avaliam os 'caretas' que observam toda a situação de fora. Mas nunca desafie o seu vício, ou é provável que pereça em todas as batalhas.

Mas se o seu vício for em livros, já é um caso mais tratável. Afinal, quem gasta todo seu salário em uma livraria, nunca terá dinheiro para comprar drogas. E para abordar o assunto de forma literária, separamos aqui alguns dos melhores títulos sobre vícios:

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Adams Óbvio - Como obter Sucesso Incomum na Vida Profissional (Robert R. Updegraff)

Já ouvimos que os melhores perfumes são encontrados nos menores frascos, mas as vezes parece que esquecemos de aplicar esta tese em outros conceitos que nos rodeiam, como os livros por exemplo. Talvez, pior do que julgar um livro pela capa, seja julgá-lo pelo seu formato, espessura, ou mesmo o seu tamanho. Alguns leitores mais fanáticos podem ficar tão obcecados por obras volumosas que preenchem as prateleiras de forma vistosa e deixam um visual pomposo na estante, que podem acabar passando despercebidos por grandes histórias, publicadas em modelos menos convencionais. Não por ter pouco a dizer, mas puro e simplesmente pelo seu incrível poder de síntese.
Foi assim que eu fui surpreendido por um exemplar simpático, em um formato pocket, exibindo um título curioso e um subtítulo desafiador sobre uma capa de cores fortes, que me fez emplacar em uma agradável leitura sem pretensão numa tarde chuvosa de feriado.
Sem revelar muito sobre o seu conteúdo nas indicações da capa, a obra cumpre a sua proposta 'publicitária' quando te instiga a dar uma folheada em suas páginas e transcorrer a leitura em algumas poucas horas, sem sentir o tempo passar. Estou falando de 'Adams Óbvio - Como obter Sucesso Incomum na Vida Profissional' (Faro Editorial, 80 páginas), originalmente concebido como um conto do Saturday Evening Post, escrito por Robert R. Updegraff em 1916.

Apesar de toda esta pinta de 'auto-ajuda', a obra narra uma história inspiradora, em que a publicidade é abordada em várias esferas, através da ascensão profissional de um personagem com uma maneira bem singular de ver as coisas, porém, igualmente eficaz. Não é por menos que esse pequeno volume, há quase um século, é considerado uma referência no mundo dos negócios. Com uma linguagem atemporal, seu contexto é facilmente aplicado em qualquer área profissional que vise alçar voos mais altos dentro do seu ramo.
Se a propaganda é mesmo a alma de um negócio, é provável que este livreto seja um versículo importante da bíblia da publicidade. Uma arte que pode parecer muito complexa para mentes destreinadas, mas que funciona basicamente movida por simples ideias,... E muitas vezes, das mais óbvias.

Seja você pessoa física, jurídica ou qualquer profissional da área de publicidade, faz bem em ter esta leitura em sua biografia. Digo isso porque me senti um 'pobre desinformado' por ter trabalhado com marketing durante tantos anos, e nunca ter ouvido falar desta publicação antes. Ou talvez, o que faltava era uma editora de visão para trazer este clássico do mundo dos negócios para o mercado nacional.

Para conhecer este conto inspirador, clique agora no banner abaixo da nossa parceira Submarino e compre o seu exemplar. Depois volte aqui e conte a sua própria experiência com o livro em nossos comentários.