sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cenas de sexo polêmicas dos quadrinhos que você não vai ver no cinema

Desde que a série Jessica Jones estreou na Netflix, devido as suas cenas mais picantes, parece que o grande público subitamente despertou para a existência do sexo entre os personagens dos quadrinhos. E pelo que vimos no seriado, a prática dos heróis de usar a cueca por cima da calça finalmente passou a fazer algum sentido. Mas quem conhece os quadrinhos sabe bem que a sexualidade entre personagens é algo mais comum do que se imagina nas páginas de uma HQ. Algumas, dando origem a cenas tão criativas quanto bizarras.
Excitados por este fato, separamos aqui algumas das cenas de sexo mais polêmicas dos quadrinhos, que, com certeza, você não verá nem mesmo nos filmes de parodias pornos:
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

5 Livros em que os 'caras maus' ganham no final

A maioria dos enredos da ficção seguem uma regra genéria pré definida muito simples quando se trata da eterna luta do bem contra o mal. No fim, o bem sempre triunfa contra todas as probabilidades, e tudo volta ao normal novamente. Independente do gênero em questão, da fantasia a ficção científica, alguns antagonistas mais carismáticos conseguem conquistar a nossa torcida, mesmo que saibamos que sua derrota é eminente e inevitável. Mas caso você já esteja cansado de heróis bonzinhos que salvam o mundo milagrosamente, mesmo quando o mal nitidamente têm chances maiores de vencer esse confronto, então preparamos essa lista para você.
Seguindo a premissa do próprio DpM, nós compilamos um punhado de livros que quebram esse paradigma, e, contrariando as estatísticas, os vilões (ou o mal como um todo) finalmente vencem no final.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A Maldição do Cinema - O Segredo da Rua Ormes

O Segredo da Rua Ormes – (5150 (Rue des Ormes))

Diretor: Éric Tessier
Roteiro: Patrick Senécal
Atores: Marc-André Grondin, Normand D'Amour, Sonia Vachon
País: Canadá
Ano: 2009
           
O jovem e inexpressivo Yannick se muda após ser aprovado na faculdade de cinema. Sem nenhum entusiasmo de seus pais, apoiado unicamente pela namorada, inicia essa nova fase de sua vida; Duas semanas depois, andando de bicicleta como normalmente fazia, ao se desviar de um gato, perde o controle e termina indo ao chão, ralando uma das mãos e o cotovelo. Apesar de nada sério, decide pegar um táxi que está estacionado na casa ao lado, porém seu dono está de folga e, quando pede para usar o telefone, o senhor pede para que espere pois ele ligará. Eis que ele adentra na casa e vai até a cozinha para lavar os ferimentos quando escuta um pedido de socorro. Ao subir as escadas, um homem encontra-se preso num quarto sem janela. O rapaz de bom coração e um tanto quanto imbecil/ingênuo torna-se seu mais novo prisioneiro.

É muito interessante como todos os personagens deste claustrofóbico filme crescem ao decorrer. E todos, sem exceção, surpreendem.
Yannick, preso, é obrigado a amadurecer, enfrentando o desconhecido e jogando, por todo o tempo com as peças que compõe aquela estranha, porém aparentemente normal, família.
Jacques, o pai, acredita ser algo semelhante a um justiceiro, executando por conta própria toda as pessoas que ele considera injustas, como pedófilos, vendedores de drogas e similares. Sua filha, Michelle, é uma desesperada pela atenção do pai e aceita, até onde consegue, seguir seus passos unicamente por aprovação. A esposa, Maude, submissa e desesperada, acreditando piamente que Deus mudará as coisas em sua vida, e a filha mais nova, Anne, que tem algum tipo de autismo.
A partir daí, dia após dia a presença de Yannick começa a desestrurar a família de Jacques, despertando os demônios que cada um, à sua maneira, tenta sufocar. O que transforma a situação para todos em algo muito pior. Inocência e crueldade andam lado a lado e sofrem igualmente por seus atos. Os papéis, em alguns momentos, chegam a quase serem trocados, devido ao desespero interno de seus protagonistas. Até o momento em que, após determinado acontecimento, o que resulta em decepção, os papéis começam a ser realmente trocados e pouco a pouco todos vão percebendo isso. Descontrole, raiva e dor regem das mais variadas formas cada componente daquele jogo. Como num tabuleiro de xadrez, cada um tem sua determinada função e, por mais que tentem, não percorrem outro caminho que não seja o permitido pelas regras. Um filme com poucos personagens, porém todos necessários e interessantes. Atenção às questões familiares do rapaz apresentadas nos momentos certos em forma de alucinação, à estética que acrescenta e muito no filme e à irmã mais nova, com sua participação impactante e sem exageros. A sutileza com que ela apresenta questões e sua relação com o pai é de grande impacto. Através da sutileza está o impacto.

A violência inserida no filme e suas razões chegam a enlouquecer o espectador devido à forma doentia com que é aplicada e evitada.
Os efeitos são um grande momento para traduzir em imagens as metáforas de determinados momentos. A transposição/mudança de lugar de acordo com os acontecimentos. Aliás, as metáforas usadas na obra são um tanto quanto significativas. Todos os detalhes significam algo, o que torna tudo mais equilibrado e nem um pouco suave.
A figura paterna é ativada como um próximo passo para sobreviver. A partir daí, o subconsciente de Yannick passa a agir movido pelo instinto de sobrevivência. Seu único foco é sobreviver e, uma vez guiado por ele, passa a entender que existe muito mais dentro dele do que o mínimo até então apresentado.
Claustrofóbico, doente e cru, 5150 merece ser apreciado com atenção por todos aqueles que amam cinema. Especialmente um terror inesquecível.  Não é um filme para se divertir com amigos ou levar sustos leves e despretensiosos. Tem que ter estômago, e coração, fortes, para aguentar. Sua violência está nos porquês, nos questionamentos internos. A ação final acaba sendo quase menor do que tudo que leva até ela, por mais impactante que seja. Imperdível.
O final pode decepcionar alguns, pois seu clima é quase uma quebra no que foi apresentado. E isso é ruim? Neste caso, não.
E qual o pensamento que tirei sobre?
Qualquer um pode ser ruim ou louco.

Você confere o trailer aqui:
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Ajustes para ampliar as vendas do seu livro auto-publicado

Então vamos lá, você já colocou o seu livro auto-publicado no mercado, mas as vendas da sua obra não estão atendendo as suas expectativas? Sabemos o quanto isso pode ser frustrante. Quando se investe tantas horas afinco no seu trabalho com o intuito de compartilhar suas verdades com as outras pessoas, é natural que se espere alguma recompensa em troca,... E nem sempre precisa necessariamente ser dinheiro. Mas se for, melhor ainda!
Em primeiro lugar, você precisa entender que só porque o grande público não está comprando o seu livro, não significa necessariamente que eles não querem lê-lo. Se você conseguir conduzi-los um pouco além das primeiras páginas, com certeza encontrará leitores ansiosos para ler o que você escreveu. É tudo uma questão de atrair as pessoas para que descubram, conheçam e comprem o seu livro. E isso não depende apenas de marketing, design da capa, ou título atraente. É algo que vai bem além disso.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

"O Povo Contra O.J. Simpson", o livro que deu origem à nova série investigativa da Fox

American Crime Story: O Povo contra O. J. Simpson é o mais completo livro sobre o caso do craque recordista da NFL acusado de matar a esposa, e foi escrito por Jeffrey Toobin, repórter que cobriu o julgamento para a revista New Yorker. Mesmo partindo do princípio que Simpson era culpado, o livro apresenta informações minuciosas que ajudam a desvendar por que O.J. foi inocentado naquele grande circo que virou seu julgamento.
SINOPSE: Ele construiu sua reputação escapando dos adversários. Mas dos campos de futebol americano para as rodovias de Los Angeles, muita coisa aconteceu. Agora era a polícia  que corria atrás dele. O derradeiro touchdown de O.J. Simpson seria a bordo de uma caminhonete Ford Bronco, durante a primeira perseguição de carro transmitida ao vivo via satélite para todo o mundo.
Vinte anos depois, é fácil enxergar O.J. Simpson apenas como um assassino frio que escapou das mãos da Justiça. Mas é preciso entender a dimensão daquele garoto de origem humilde, que saiu de um conjunto habitacional em São Francisco para virar símbolo do sonho americano. O.J. não era um réu qualquer.
Craque recordista da NFL, a liga de futebol americano, o ídolo O.J. estava acima do bem e do mal. Seria pouco compará-lo ao goleiro Bruno, condenado pelo desaparecimento da mãe de seu filho. Simpson era o equivalente a Pelé, Messi ou Neymar em seu país. Figura carismática, O.J. atuou em diversos filmes de sucesso, como O Inferno na Torre e Corra que a Polícia Vem Aí. Ícone da cultura pop, foi garoto-propaganda de diversas marcas populares dos EUA e por pouco não ganha de Arnold Schwarzenegger o papel de protagonista em O Exterminador do Futuro.
Tente agora imaginar a comoção que um país inteiro sentiu ao ver um herói do porte de O.J. ser acusado de um crime tão brutal: o assassinato de sua esposa, Nicole Brown, e do amigo dela, Ronald Goldman, a facadas. Em 13 de junho de 1994, tinha início um dos mais infames casos da história criminal dos Estados Unidos.
Neste mês, estreou American Crime Story, série da Fox com roteiro adaptado do livro de Jeffrey Toobin. As duas primeiras temporadas da série criada por Ryan Murphy – o genial criador de American Horror Story, Glee e Scream Queens – contam a história de O.J. Simpson, com Cuba Gooding, Jr. e John Travolta nos papéis principais.
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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Uma citação literária para cada ocasião da sua vida

É provável que você já tenha algumas citações literárias memorizadas para sacar no caso de emergência em meio a uma conversa casual. E talvez, até utilize outras por repetição, sem nem imaginar que provenham das páginas de um livro. Além de servirem para lhe render um enigmático ar de inteligência, essas frases também costumam ser extremamente úteis quando você se propõe a aconselhar um amigo.
Se você está precisando ampliar o seu vocabulário, separamos aqui algumas citações literárias interessantes que merecem estar no seu repertório de frases para serem usadas em diferentes ocasiões:

✔ Quando seu amigo se prolonga demais ao contar uma história:
"Nossa vida é desperdiçada por detalhes. Simplifique, simplifique! " 
- Henry David Thoreau, em Walden

✔ Quando você precisa inspirar alguma decisão:
"Eu só confio nas pessoas loucas, aquelas que são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo, que nunca bocejam ou dizem uma coisa corriqueira, mas queimam, queimam, queimam, como fabulosas velas amarelas romanas explodindo como aranhas através das estrelas."
- Jack Kerouac, em On the Road

✔ Quando ocorrer alguma falha na memória:
"Você esquece o que quer se lembrar, e você se lembra do que quer esquecer."
- Cormac McCarthy, em A Estrada

✔ Quando a vida desmotivar o seu trabalho:
"Quem é feliz não faz arte... Foi aí que nasceram os símbolos"
- Chuck Palahniuk, em No Sufoco

✔ Quando o passado volta para assombrar a sua mente:
"Memórias podem aquecer o seu interior. Mas elas também podem te rasgar por dentro."
Haruki Murakami, em Kafka à Beira-mar 

✔ Quando alguém precisa de um aviso sobre a falsidade:
"Nenhum homem, por nenhum período considerável, pode vestir uma cara para si mesmo e outra para a multidão, sem que, finalmente, venha a se confundir completamente sobre qual delas talvez seja a verdadeira."
- Nathaniel Hawthorne, em A Letra Escarlate

✔ Quando você sentir-se desvalorizado:
"Hoje em dia as pessoas sabem o preço de tudo, e o valor de nada." 
- Oscar Wilde, em O Retrato de Dorian Gray

E você amigo leitor?! Possui alguma citação literária favorita que você não dispense a oportunidade de usar? Conte-nos em nossos comentários...

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sábado, 6 de fevereiro de 2016

5 Livros que são releituras modernas de clássicos da literatura

Algumas histórias tornam-se tão marcantes e onipresentes em nossas vidas, que não conseguimos simplesmente apagá-las de nossas mentes. Como o claro exemplo de certas obras da literatura que são inegavelmente consideradas clássicos.
E conforme as eras se renovam, muitos autores apaixonados, e profundamente inspirados por essas histórias, reinventam seus clássicos favoritos com uma nova configuração, usando conhecidos enredos e personagens icônicos como pontos de apoio para explorar diferentes variações de um mesmo tema.
Para celebrar a prática, selecionamos aqui algumas releituras contemporâneas de clássicos da literatura:
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