sábado, 9 de abril de 2016

Conheça os livros favoritos do Deadpool

Quem nos acompanha periodicamente, já deve ter notado o fascínio que temos em imaginar quais seriam as possíveis leituras de alguns personagens da ficção, como já fizemos com As Tartarugas Ninjas e Os Vingadores. Dessa vez resolvemos explorar os gostos literários do descontrolado Deadpool. Totalmente fora do eixo, com um parafuso a menos e habilitado a quebrar a quarta parede, esse anti-herói apresenta gostos bem peculiares.
Com um humor incomum que oscila entre a irreverência e a violência extrema, em uma rotina diária que se resume basicamente em chutar bundas de caras maus, acreditamos que nos seus momentos de lazer Deadpool deve apreciar a leitura dos seguintes títulos:
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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Os melhores conselhos individuais de grandes escritores

Aqui no DpM nós já preparamos uma lista extensa indicando alguns 'Livros que todo Aspirante a Escritor deveria ler', inteiramente dedicada ao ofício da escrita. E mesmo que pelo menos a leitura de um deles seja obrigatória, é bem provável que você nunca encontre tempo para ler todos os títulos indicados. Felizmente, algumas das melhores dicas a respeito desta arte, pode ser compactada em uma única frase, tornando mais fácil a sua assimilação.
Para aprimorar a sua escrita, aqui estão alguns conselhos curtos proveitosos sobre a escrita, proferidos por grandes nomes da literatura:

Neil Gaiman
"A principal regra da escrita é que, se você fizer com segurança e confiança o suficiente, você terá permissão para fazer o que quiser."

George Orwell
"Nunca utilize o passivo onde você pode usar o ativo."

Henry Miller
"Trabalhe de acordo com o programa, e não de acordo com o seu humor."

Kurt Vonnegut
"Todo personagem deve querer alguma coisa, mesmo que seja apenas um copo de água."

Chuck Palahniuk
"Escreva sobre algo que as pessoas não podem "desfrutar", mas nunca irão esquecer."

Harper Lee
"Gostaria de aconselhar alguém que aspira a uma carreira de escritor que, antes de desenvolver o seu talento, ele seja sábio para desenvolver uma casca grossa."

Joe Hill
"Tudo que aprendi sobre como escrever um bom livro, aprendi lendo lotes e lotes de bons livros."

Stephen king
"Se você não tem tempo para ler, você não tem o tempo ou as ferramentas necessária para escrever."

Sylvia Plath
"O pior inimigo da criatividade é a dúvida pessoal."

Vladimir Nabokov
"A literatura não nasceu no dia que um menino gritou "lobo, lobo" correndo para fora do vale de Neandertal com um enorme lobo cinzento em seus calcanhares; a literatura nasceu no dia em que um menino veio chorando "lobo, lobo" e não havia nenhum lobo atrás dele."

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

DarkSide Books apresenta a visão original do sombrio 'Donnie Darko'

Você ainda não viu esse filme. Mesmo que seja fã de carteirinha, e já tenha assistido a Donnie Darko mais de uma vez - ou dez, ou quinze, quem está contando? Pois a versão que a DarkSide Books está lançando é inédita. Pela primeira vez no Brasil, você poderá entrar de cabeça no universo paralelo de Frank, Donnie e seu criador. Não se trata de uma adaptação do longa-metragem de 2001, e muito menos de um romance que poderia ter inspirado o cineasta Richard Kelly. Donnie Darko, o livro, apresenta na íntegra o roteiro original. A primeira materialização da história, sua chance de conhecer a visão original dessa intrigante obra-prima.
Kelly escreveu Donnie Darko muito antes de conseguir ordenar luzes, câmera, ação. E mesmo sem atores, figurinos e efeitos especiais, Donnie já estava lá, angustiado com o fim do mundo anunciado por um arauto vestido de coelho.
Um detalhe interessante: boa parte da trilha sonora já estava lá, no roteiro. As canções escolhidas pelo cineasta – de bandas como Tears For Fears, Echo and the Bunnymen e INXS – ajudam a costurar a narrativa, como numa ópera pop do final dos anos 1980, período em que se passa a história.
Outra curiosidade: assim como em Os Goonies (outro sucesso do cinema que virou livro pela DarkSide Books), a trama de Donnie Darko se passa às vésperas do Dia das Bruxas, data do aniversário da editora. Quem mais poderia lançar livros assim? 

A história de Donnie Darko é fácil de resumir – e talvez por isso mesmo ele tenha se transformado no filme preferido de tanta gente mundo afora: um adolescente problemático, com sintomas de esquizofrenia e sonambulismo, escapa da morte quando uma turbina de avião cai no seu quarto. Ele passa a ter visões com Frank, o humano numa estúpida roupa de coelho, ou seria o contrário?
Enquanto espera pelo fim do mundo (contagem regressiva em 28:06:42:12), e pelo Dia das Bruxas, Donnie enfrenta conflitos que todos nós já experimentamos em algum momento da vida: professores autoritários, a descoberta de uma paixão, hormônios à flor da pele, diálogos reticentes entre pais e filhos, a eterna busca pelo sentido da vida... Se é que ele pode mesmo ser encontrado.
Além do roteiro original, Donnie Darko, o livro surpreende pelo conteúdo extra. A começar pelo prefácio exclusivo, assinado por Jake Gyllenhaal. O astro de sucessos como Zodíaco, Soldado Anônimo, Príncipe da Pérsia e O Segredo de Brokeback Mountain, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, até hoje é parado nas ruas por admiradores que querem saber sua opinião sobre o que realmente Richard Kelly quis contar em seu filme de estreia.
E se você também está curioso, por que não ler o que o próprio diretor e roteirista tem a dizer sobre Donnie Darko, Gretchen, Frank e companhia? Kelly concede uma robusta entrevista sobre todo seu processo de criação. Uma verdadeira aula sobre o amor ao cinema e as armadilhas da indústria do entretenimento.
Para ficar ainda mais completa, a Limited Edition da DarkSide Books – em capa dura, marcador exclusivo e aquela qualidade que qualquer leitor exigente sente gosto de exibir na estante de casa – traz uma surpresinha a mais: A Filosofia da Viagem no Tempo. Isso mesmo, uma reprodução de trechos do livro escrito por Roberta Sparrow, a Vovó Morte do filme. É o livro que Donnie lê para tentar desvendar o que está acontecendo no mundo ao seu redor. Agora você tem a mesma oportunidade. Quem sabe não encontre finalmente as respostas que tanto procurava?
Tempo e espaço são relativos. Prepare-se para saltar de volta à uma época mágica. Antigos fãs e novas gerações podem se conectar mais uma vez com Donnie Darko, dessa vez nas páginas da DarkSide Books. Boa viagem.
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Como os escritores podem responder as críticas literárias

É perfeitamente compreensível que autores fiquem furibundos quando os seus trabalhos são menosprezados por alguma crítica, mas nunca é uma boa ideia reagir impulsivamente em relação ao caso. E é justamente para evitar esse tipo de estrese desnecessário que preparamos algumas orientações básicas de como agir perante essa situação, caso ocorra com você um dia.
Certa vez o romancista e dramaturgo Gore Vidal comparou o livro 'The Prisoner of Sex' (sem publicação no Brasil) de Norman Mailer, aos 'três dias de fluso menstrual feminino'. Alguns anos mais tarde, Mailer encontrou com Vidal em uma festa e jogou bebida no seu rosto, completando a cena com um belo soco. Quando Vidal levantou-se do chão, ele respondeu a agressão com a seguinte frase: "Como de costume, te faltam palavras".
Sendo um autor independente no Brasil, é normal que você se sinta um tanto vulnerável aos golpes severos das críticas, que hoje em dia podem vir de todas as partes com a presença de blogs, sites, e até mesmo nos comentários do seu próprio perfil nas redes sociais. Diferente dos autores contratados tradicionais, você não possui uma grande editora com uma assessoria de imprensa de plantão para aplacar esse tipo de coisa. Em vez disso, o que te resta é ficar com raiva, dar alguns socos na sua mesa, dar mais atenção a sua escrita, usar a crítica de forma positiva para arrematar o seu próximo trabalho, ou pior, considerar a possibilidade de desistir de escrever por completo.
Você sempre deve estar aberto a um feedback (desde que seja construtivo), e disposto a aceitar que a história em que você trabalhou tão duro nos últimos anos, pode sim ter as suas falhas. Mas você ainda pode seguir escrevendo o tipo de literatura que você realmente deseja.
Então, como você deveria reagir quando confrontar uma resenha negativa do seu livro? Mudar todo o seu conceito de escrita por causa de alguns comentários desfavoráveis, ou insistir e continuar acreditando que você sabe o que está fazendo? ...A resposta é um pouco das duas coisas.
Sei que é algo que parece mais fácil dizer do que se fazer, mas toda vez que você cede espaço para esses pensamentos de vingança e dedica tanto tempo para responder furiosamente cada crítica negativa, você está gastando uma energia que poderia ser gasta em outras coisas, como escrevendo a sua próxima obra, por exemplo. Ao fomentar essa questão na sua mente, você começa a dar a crítica mais atenção do que ela realmente merece, o que leva a mais ódio e ressentimento. E essas emoções podem pairar feito uma nuvem negra ao redor da sua mente.

A internet está cheio de relatos de autores que rebateram críticas, e bem poucos deles são bem sucedidos em trazer a opinião pública para o seu lado. Esse tipo de atitude só serve para trazer ainda mais publicidade e visualização para aquele artigo, e é fácil observar um 'círculo vicioso' começar a ser construído a partir deste ponto. Até porque, a sua resposta, por melhor construída que seja, pode não ser tão perfeita quanto você pensa. Não se deve escrever nada imbuído de fúria, a raiva prejudica o seu estilo.
Não dê aos críticos a chance de pensarem que estavam certos. Em vez disso, procure como arrancar benefícios de uma resenha negativa do seu livro. Tente ver o fato como uma oportunidade de aprendizagem, e talvez você possa melhorar alguns aspectos da sua escrita. Tire alguns minutos para refletir e se perguntar o quanto uma reação impensada pode te prejudicar a longo prazo. Você realmente quer deixar que essa crítica dite o seu comportamento? Ou seria melhor se conformar que essa é apenas a opinião de uma outra pessoa, que não precisa influenciar diretamente com o que você mais deve se importar,... Continuar escrevendo.
Isso não quer dizer que você deve ignorar essas emoções dolorosas. É normal ficar chateado quando se é julgado friamente. Afinal, você trabalhou duro em algo em que depositou grandes expectativas, e e natural que se sinta frustrado ao não ver suas realizações projetadas.
Mas não desista. Você ainda pode usar os seus talentos para escrever sobre esses sentimentos. Com quantas emoções você está tendo a oportunidade de lidar no momento? Raiva, frustração, ressentimento, tristeza, medo e rejeição? Tente cavar fundo, descobrir por que você se sente assim, e escreva sobre isso. Mas não tente fazer desse texto a prosa perfeita. Lembre-se, estas palavras não são para uma futura publicação, é apenas para si, e nunca se sabe quando você acabar encontrando alguma inspiração ou frases que você pode acabar usando em seu próximo livro. E aí sim, você poderia aproveitar a chance para se vingar elegantemente.

 
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terça-feira, 5 de abril de 2016

7 Mulheres que escreveram sobre sexo muito antes de '50 Tons de Cinza'

Ler um enredo erótico escrito por mulheres pode ter ficado bem popular nos últimos anos após o sucesso repentino de '50 Tons de Cinza', mas, bem antes disso, vale lembrar que a prática já foi explorada por muitas outras escritoras.
Hoje as mulheres continuam seguindo com a busca de suas liberdades sociais, e o livre exercício de suas fantasias sexuais tem sido uma parte fundamental dessa luta para ajudá-las a se conhecerem melhor e expressarem suas sexualidades da forma que desejarem.

Pra chegarmos até esse momento atual, é importante saber que muitas outras autoras dedilharam esse terreno erógeno da literatura em suas obras, e de forma bem mais talentosa do que se vê hoje em dia, diga-se de passagem. Abaixo selecionamos algumas das mais relevantes que você precisa conhecer:
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segunda-feira, 4 de abril de 2016

O Trono de Diamante (David Eddings)

Atenção Cavaleiros e Damas uma batalha épica do bem contra o mal está para começar, afiem suas espadas e levantem seus escudos pela glória de EosiaPrepare-se para ser envolvido completamente pelo mundo de Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem Pandion e campeão da Rainha que acometida por uma misteriosa doença corteja perigosamente os portões da morte. Sparhawk é a epitome do cavaleiro medieval banhado em honra, mas que ocasionalmente toma decisões e passa por situações nem tão honradas assim, mas sempre pelo bem de seu reino, amigos e de sua rainha.
Ajudado por uma bela e atemporal feiticeira, uma misteriosa criança com predileção por ficar descalça e não permanecer onde mandam, um garoto com a mão mais leve de Elenia, a propósito seria bom agora que mencionamos que todos olhem se suas carteiras ainda estão ai, e um fiel e corajoso escudeiro que jamais o abandona Sparhawk precisa correr contra o tempo em busca de uma cura, do contrário todo o reino desmoronará e cairá das mãos do pérfido primado Annias, um clérigo inescrupuloso que planeja tomar para si o controle de Elenia.
O gênero literário que talvez mais faça sucesso é o de "Capa e espada", histórias de ficção fantástica envolvendo magia, seres misticos e mitológicos e invariavelmente uma batalha do bem contra o mal, em 'O Trono de Diamante' (Editora Alpeh, 408 páginas) David Eddings cria um mundo e uma aventura exatamente assim, só que melhor.

Inicialmente talvez você, caro leitor, não se prenda a história, ela realmente demora um pouco para engrenar mas quando você menos esperar estará cavalgando ao lado de Sir Sparhawk e de sua comitiva pelas estradas de Eosia, ou nas ruas de Cimmura, ou ainda quem sabe ajudando Sephrenia a lançar algum poderoso feitiço. Como tem parecido moda atualmente o livro trás um mapa relativamente detalhado de Eosia para os mais detalhistas que, como nós do DpM, gosta de medir distâncias e acompanhar de perto a trajetória do protagonista.
A narrativa, tirando o pequeno atravancamento inicial, flui com facilidade e não trás muitas reviravoltas, até porque se trata do volume inicial de uma trilogia, outra coisa que também tem virado norma dentro do gênero, mas é preciso certa atenção a detalhes da trama, e talvez alguns post-it estrategicamente posicionados para reler essa ou aquela passagem pela qual você passou sem dar a atenção devida.
De tamanho regular para o gênero, a obra não cansa o leitor em momento algum,  mesclando passagens sérias e algumas engraçadas você se pegará rindo, fervendo de ódio e esperançoso entre muitos outros sentimentos até o final do livro.
Para as Damas, tememos informar que romance não é o foco do livro, pois é, nada de romance e flerte em acampamentos a meia luz, há embora uma ou outra insinuação que mereça atenção e mais um marca página mental para futura consulta, mas isso em nada deixa a história desprovida de atrativos para as nobre senhoritas, aproveitando o ensejo falemos das mulheres de Eddings, não há nenhuma que pegue formalmente em espadas como na maioria esmagadora das história medieval.

Voltando aos personagens, cabe a nós falar um pouco mais do nosso herói, Sparhawk é um misto de Stallone com 007 e talvez alguns traços de Aragorn, para não perder a deixa, que muito agradará não somente os homens, mas também as mulheres. Um cavaleiro, um soldado de certa forma endurecido, implacável, mas também um homem envolvente capaz de conquistar a confiança e a espada de outros cavalheiros, inclusive a sua leitor, para a sua causa.
Há um vocabulário relativamente atual, então nada de "Tu" e "Vós", mas também há palavras, nem todas de fácil pronuncia, originas da própria história, mas relaxe, isso só a torna melhor e apesar de não ser um gênero novo, original sob diversos aspectos.
Então sem mais delongas, o DpM o convoca estimado e corajoso leitor a pegar sua espada, se agarrar com fé a seu deus e lutar ao lado de nossos heróis pelo bem de toda a Eosia e a procura de uma cura para a rainha Ehlana. Estejam certos de que haverá perigos inomináveis e perdas dolorosas, sabemos que nem tudo são rosas, ou talvez no final sejam.
Estão prontos? Avante cavaleiros!

Para conhecer o final desta história, clique agora no banner abaixo da nossa parceira Submarino, e compre o seu exemplar. Depois volte aqui e conte a sua própria experiência com o livro em nossos comentários.
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domingo, 3 de abril de 2016

A loucura desmembrada no lançamento de 'Arco de virar réu' de Antonio Cestaro, pelo selo Tordesilhas

Em um agradável encontro promovido em uma loja Starbucks no centro de São Paulo pela Editora Alaúde em nome do seu Selo Tordesilhas, tivemos um proveitoso bate papo sobre literatura metafísica da obra 'Arco de virar réu', juntamente com o autor Antonio Cestaro. A obra será oficialmente lançada em uma noite de autógrafo marcada para o próximo 5 de Abril, a partir das 19 horas, na Livraria Cultural do Conjunto Nacional, em São Paulo. O evento contará com a presença do radialista Fábio Malavóglia, que lerá trechos do livro.

Sinopse: Narrativa labiríntica escrita em primeira pessoa, Arco de virar réu descreve os eventos que marcam a deterioração física e mental do narrador-protagonista. Historiador social com forte inclinação para o estudo antropológico, ele é obcecado pelos rituais e pelos costumes dos índios tupinambás. 
A história começa com o surgimento dos primeiros sintomas de esquizofrenia em seu irmão, nos anos 1970, segue pela adolescência, quando, inspirado em rituais indígenas, o narrador passa a se dedicar à ocultação de cadáveres, e termina com a dolorosa percepção da própria loucura. Digressões delirantes misturam-se a fragmentos de memória e a pesadelos que, aos poucos, colocam em dúvida a própria existência.
Em uma narrativa curta e fragmentada, o narrador/protagonista discorre sobre como a vida foge ao nosso controle, a desagregação familiar provocada pela doença e a dura tomada de consciência da própria alienação – em todos os sentidos. Arco de virar réu é o nome de um artefato indígena que existe somente em sua psiquê e que, numa noite longínqua da infância, representou um divisor de águas entre vício e virtude, sanidade e loucura.

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