quarta-feira, 18 de maio de 2011

Adolescentes Problemáticos

Aviso: Esse post não é aconselhável para menores de 21 anos. Não por conter palavras de baixo calão, pornografia e nem qualquer outra coisa do gênero, mas sim por se fazer necessário um mínimo de experiência de vida para compreendê-lo!”

Durante um período da minha vida eu cheguei a achar que não gostava de crianças. Eu procurava evitar ao máximo qualquer tipo de contato desnecessário com esses pequenos pestinhas infantes... Mas o tempo passou e descobri que eles nem são assim tão terríveis quando se aprende como colocá-los em seus respectivos lugares hierárquicos, a coisa complica mesmo é mais pra frente quando temos que lidar com sua ‘involução’, os insolentes inconsequentes adolescentes.
Não existe nada pior do que um adolescente carregado de hormônios e frustrações totalmente ignorante da sua função na sociedade vigente por serem muitas vezes considerados jovens de mais para certas coisas e velhos demais para outras.
Devido a essa falta de rumo, ao surgimento dos primeiros pentelhos o adolescente já se acha capacitado para testar e questionar todos os limites do mundo. O problema é que o seu próprio limite vai somente até ele chamar pelos pais.

Eles sim me incomodam profundamente, suas espinhas me causam ojeriza, sua prepotência me enlouquece e seus argumentos sem conhecimento de causa formam purulência na epiderme de qualquer um.
É o caso clássico de quem chegou no ônibus agora e já quer ir sentando na janela...
Para esses seres qualquer um que esteja fora da sua faixa otária etária é um completo imbecil, apenas eles sabem das coisas desse mundo que acabaram de encontrar prontinho pra consumo, só porque recentemente perderam o cabaço ou aprenderam a amarrar o próprio cadarço, para alguns é a mesma coisa.
Cada geração de adolescentes costuma refletir o que há de pior na sociedade daquele período, conseqüentemente são considerados culpados da maioria dos ‘cânceres’ alojados nas grandes cidades. Velhos o suficiente para cometerem suas besteiras, mas muito jovens para assumirem suas conseqüências.
Talvez eles estejam por aí para nós nos arrependermos de ter extrapolado todos os nossos limites vigentes quando estivemos em seus lugares e não ter deixado muita opção para os vindouros a não ser procurar novos (e cada vez mais perigosos) limites a serem superados. 
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Comentários
6 Comentários

6 comentários :

  1. Não tem mais nem oq falar... Mandou bemzasso Maldito!

    Abraço!

    Solteiro

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  2. Adolescentes são uma ameaça permanente e eterna.
    Por vezes tenho a impressão que aos 12 anos eles se reproduzem e suas crias nascem com 12 anos também.
    Pior, aos meus 50 anos de idade, é saber que eles querem que os jovens cedam a eles o lugar na cadeia alimentar da vida, fato que obriga os jovens a acabar com a vida dos adultos os empurrando à condição de idosos.
    Sem adolescentes a vida seria eterna.

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  3. só uma pergunta:vcs nunca foram adolescentes não??

    não acho q adolescentes sejam o mal do mundo

    tenho 18 anos,saindo da adolescência

    conheci verdadeiros idiotas da mesma faixa "otária" e pessoas que pareciam ter uma mente de 50 anos num corpo de 16

    odeio generalizações =(

    ps:adorei o blog,muito bom mesmo!!

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  4. Sorte que existem exceções... Tenho 17 anos, mas observando a juventude alheia, principalmente observando pelo facebook pessoas que já foram colegas de classe, me sinto totalmente excluída da juventude contemporânea, e dou graças a Deus por isso.. Quando compartilham aquelas fotos com textinhos generalizados da vidinha adolescente chego à conclusão de que cheguei na vida adulta sem passar por esse processo, pelo menos ao descreverem um adolescente... E sempre penso: "Nasci na época errada!"
    Gostei do texto!

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  5. Fui uma criança solitária, um adolescente solitário e agora parte para uma vida adulta solitária. Nunca tive tempo para rebeldias e para causar problemas. Na verdade, sempre fui apático e quase antissocial. Nunca tive alguém assim, para chamar de amiiigo do peito, etc. Acho que nunca fui um adolescente, sempre fui essa coisa que hoje sou.

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