quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Matando a aula, pra não ser morto por ela!

Já faz muito tempo desde a última vez que eu entrei em uma sala de aula, e descobri (as vezes da pior maneira ) que durante esse período em que me mantive afastado muita coisa mudou no sistema educacional.
Mas isso não me interessa! Deixa esse papo chato de reforma escolar para a coluna do Juca Inácio ou para algum texto do Professor Pachidermo...
A minha curiosidade é em saber até que ponto o avanço dos anos influenciam (ou se influenciam ) a milenar arte de se matar aula.
Pelo que me lembro, quando praticávamos o ato, o meu grupo costumava planejar com uma certa antecedência todas as atividades que seriam usadas para preencher essa lacuna de horas que deveríamos estar aprendendo no colégio. Ao longo dos bimestres tivemos incursões a praia, idas ao clube, caminhadas em reservas ecológicas,sessões de cinema e é claro o mais divertido que era jogar RPG ( que minha mãe não me leia).
Foram bons momentos culpados por algumas das minhas melhores lembranças. Nos considerávamos tão profissionais na prática que no auge do nosso altruísmo chegamos ao ponto de confeccionar pequenas carteiras impressas com logotipo da nossa ‘mafia’ intitulada na época de Mata Aula´s Club. Cada carteira era individual (e intransferível) onde continha a ‘especialidade’ natural de cada membro,... na minha se lia Iludibriador Profissional.

Mas e hoje? Com tanto aparato tecnológico para se entreter durante as horas de matança de aula, como os adolescentes utilizam esse tempo? Em LanHouses? Usando as redes sociais no smartphone? Ainda se reúnem em botecos para jogar sinuca e totó?
Então por favor, se você estiver lendo esse post em horário de aula, tira essa dúvida desse velho praticante da arte.  Matar aula ainda possui resquícios de seu antigo romantismo ou se tornou apenas mais uma desculpa para a molecada de hoje encher a cara?
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