sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O Chamado Selvagem

Às vezes, as melhores informações são aquelas pelas quais não procuramos. Dessas que nos pegam de surpresa quando menos se espera e ao fim do processo a gente se vê ‘embasbacado’,  repetindo pra si: “Caramba! Isso é muito excelente!” (pelo menos é assim que eu me expressaria). Esse tipo de coisa pode fornecer experiências incríveis que nunca antes cogitamos para nossas vidas, até passarmos por elas.

Foi o caso dos meus dias de leitura do livro O Chamado Selvagem de Jack London (autor já comentado aqui no blog no prosaico MaudioPost#4 ). Comecei a empreitada com um pouco de desconfiança, meio que desacreditado de uma história que apresenta um cachorro como protagonista. Já no segundo capítulo me vi totalmente empolgado com a jornada de Buck, tentando adivinhar o próximo passo do cão corajoso durante a corrida do ouro no século 19. Nas últimas páginas fui arrebatado por um final emocionante que, como se eu assistisse a um filme, me arrancou aplausos. Alias, embora o livro já pareça um roteiro pronto, só foram produzidos filmes (a maioria bem antigos), e até desenhos animados, apenas inspirados na história de London, nada que represente fielmente o verdadeiro espírito emanado pelo livro.
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Jack London foi consagrado como autor por Caninos Brancos , mas foi com O Chamado Selvagem que o autor emocionou milhares de pessoas, tornando-se um dos escritores mais bem pagos no início do século XX.
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Mesmo se tratando de um cachorro, não é difícil se identificar com Buck, com suas provações, frustrações, conquistas e principalmente em como nos relacionamos com nossos próprios instintos cada vez mais reprimidos pela construtura da vida moderna, mas que nos assombra sempre que pode.
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