O meu dízimo é sempre do garçom!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
'Bullyinando' o MacDonald´s
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Mondo Bizarro
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Atenção! O ‘trote’ que vou ensinar a seguir pode ser considerado cruel, maldoso e de extremo mau gosto para a maioria das pessoas da sociedade judaico-cristã ocidental. Portanto, se você é adepto do politicamente correto, continue a ler por sua própria conta e risco!
É da ciência de todos que os atendentes da rede de fast food McDonald’s são rigorosamente disciplinados a uma conduta quase que robótica durante o atendimento, e incluso nesse treinamento está a forma que eles organizam os itens na bandeja. Reparem que com a batata frita e o sanduiche nas extremidades e o refrigerante ao centro, todos possuem os seus ‘devidos’ lugares.
Até já ouvi dizer que alguns fanáticos religiosos alegam existir uma poderosa mensagem subliminar nessa atitude da rede.
Aproveitando-me desse condicionamento impostos aos funcionários do McDonald´s eu desenvolvi um passatempo interessante, e relativamente simples, para me entreter durante os minutos de espera do meu pedido.
O ‘trote’ consiste em mudar a posição dos objetos já postos na bandeja enquanto o atendente está pegando o que falta. Cada vez que voltar a sua bandeja ele automaticamente irá reorganiza-la colocando os itens em seus respectivos lugares, experimente! E o impressionante é que em nenhum momento ele desconfiará de você, provavelmente pensará que sua mente está lhe pregando alguma peça. Isso torna o meu McLanche feliz bem mais feliz!
Atento para o fato de que essa é uma das poucas ‘brincadeiras’ que aconselho fazer com as pessoas que servem sua comida. O fato do lanche já estar pronto quando o trote é feito proporciona a segurança da certeza de que ninguém cuspirá no seu hambúrguer caso a sua atitude escrota seja notada.
Pratique com moderação... Comer no McDonald´s, porque o trote eu faço direto!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
De Mudança....
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O Meu lado
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Calma infiel leitor! Apesar do título desse post, nada mudará no blog (pelo menos por enquanto), ele continuará a estragar seus dias vindouros, como de praxe. Na verdade quem está de mudança sou eu ( novamente) , de casa, de cidade, de estado... e porque não dizer, até de vida. Portanto, nesses últimos dias eu estou desativando oficialmente essa que fora meu abrigo durante os últimos três anos, a Fortaleza da Solidão. Deixará profundas saudades.
Entre encaixotar as coisas, vender móveis e utensílios, fazer as malas e resolver pendências, eu organizei uma mudança no tempo recorde de quatro dias.
Agora sim virá a parte difícil, eu diria que quase angustiante, enquanto espero ansioso pelo dia e hora do vôo, vou me despedindo dos que ficam...a vontade que tenho é de colocar todos em minha mochila e levá-los comigo.
"Aqui aprendi a superar meu maior (e único) medo, e me tornei forte feito um jabuti. Em alguns momentos cheguei ao limite, aquele onde muita gente periga desistir.
Mas fui livre. Livre como somente um índio pode se sentir.
Descobri mais sobre quem eu sou e sobre os que vieram antes de mim.
Enfrentei o Mapinguari e engordei com o açaí.
Chorei quando cheguei,... mas sei que estou partindo tendo feito muita gente sorrir. "
Bom,... farei o possível para manter o DpM ativo durante essa turbulência, até porque preciso estar afiado para o Youpix Festival e poder encarar o 2° Blog Talent, que já começa na semana que vem.
Enquanto isso, eu ainda estou contando com a sua ajuda na nossa Vakinha para arrecadar fundos para enviar o Ditos pelo Maldito ao Youpix sem que eu precise me prostituir ou praticar outras atividades ilícitas que envergonhem a minha mãe bem na véspera do dia das mães,...Você não ia querer isso, não é verdade? Então clica no banner da barra lateral e contribua!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Alguem ligou pra mim?
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O Meu lado
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Algumas pessoas questionam como seriam as nossas vidas sem os modernos e práticos celulares, pois eu me antecipo com a resposta e digo que só quem viveu a era atroz da liberdade analógica saberá a doce sensação de ser indetectável pelo radar.
É meio estranho eu falar assim, já que possuí cerca de 20 celulares nos últimos doze anos,... mas em minha defesa alego que não comprei nenhum desses aparelhos, todos foram presente ou doação de pessoas adversas que reclamavam do meu isolamento digital, mas particularmente eu nunca fiz questão de estar maquinado com um celular. Claro que me refiro a um determinado período em que ‘fazer e receber ligações’ era a principal, se não a única, função de um celular. Hoje em dia eu uso o meu constantemente. Pra acessar o twitter? Não, pra fazer pipoca!
De alguma forma misteriosa, a maioria dos meus celulares não conseguiram completar sequer seis meses de funcionamento em meu poder. O que me leva a acreditar que eu devo possuir uma espécie de maldição,... ou também pode ser que exista algum tipo de pulso eletromagnético pelo corpo, que interfere no circuito interno do celular. Vai saber né!
Depois de uma revista rigorosa na Fortaleza da Solidão, eu consegui reunir parte dos celulares moribundos espalhados pelos cantos da casa. Acho importante frisar que os exemplares exibidos na imagem abaixo foram inutilizados no curto período de 4 anos.
Provavelmente há baterias suficientes para fornecer energia para uma residência por uma semana pelo menos.
Se você consegue identificar o modelo de todos os celulares da foto,... meus parabéns!
Você deve ser um desses maníacos que migraram para o celular todo o apreço do tamagochi de suas infâncias. Daqueles chatos que pegam os celulares alheios quando depostos na mesa do bar para um melhor conforto de seus donos na hora de sentar, só para poder comparar com o seu celular ‘fodástico’ de última geração. Mas aí eu te pergunto,... ele faz pipoca?
sábado, 16 de abril de 2011
Envie o Ditos pelo Maldito para o Youpix Festival 2011!!!
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O Blog
PS: Claro que comprar através dos banners da Submarino e da Saraiva espalhados pelo blog, também ajudaria um bocado.
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De alguma forma estranha, misteriosa e quem sabe até irracional, o blog Ditos pelo Maldito foi selecionado como um dos 15 finalistas do 2º Blog Talent promovido pela Youpix. Para conseguirmos colocar as mãos nesse caneco, o blog precisará passar por etapas seletivas que ocorrerão durante os três dias de evento do Youpix Festival 2011, o maior festival de cultura de internet do Brasil.
Mas para isso acontecer eu preciso estar no evento (que é em São Paulo) de corpo presente para poder continuar na disputa. Como nada é fácil nessa vida, as despesas com passagem, estadia e alimentação serão por conta dos 'sortudos' finalistas.
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Infelizmente a lista de selecionados só foi publicada agora, o que me resta pouco tempo para o Youpix Festival que já começa dia 26 desse mês de Abril. O anuncio me pegou de surpresa, impossibilitando um maior planejamento para a situação,...é, eu estou falando de falta de grana mesmo!!!
Visando resolver esse problema, a APAM (Associação de Pais e Amigos do Maldito) está lançando a campanha “Envie o Ditos pelo Maldito para o Youpix Festival”. Para isso foi criado uma Vakinha, onde você, que é fã/amigo do blog, pode contribuir para ajudar nesse upgrade do blog,... e quem sabe mais pra frente, você poder tirar onda por aí dizendo que já acessava o DpM bem antes dele ficar conhecido.
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O nosso tempo é curto, portanto, enquanto vocês dão essa força pra Vakinha aqui na internet, eu vou batalhar atrás de patrocínios alternativos fora dela.
Contribua e demonstre todo o seu apego ao blog! Basta clicar no botão de doação no banner abaixo.
Agradeço a todos desde já!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Livros que me deram histórias para um outro livro
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Livros,
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Se você não tiver medo de acabar meio maluco como eu se viciando na obra de Bukowski, o Fabulario Geral do Delirio Cotidiano é uma ótima pedida para conhecer o mundo subterrâneo desse autor, e quem sabe, conseqüentemente até o meu.
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A primeira vista essa pode parecer mais uma lista estúpida como tantas outras que se encontra aos milhares em diversos blogs espalhados pela rede,até porque ela é,... mas como é do feitio do DpM , eu deturpei os itens com minha experiência pessoal, tornado-os o mais peculiar possível.
A idéia aqui não é listar ‘os 10 mais’, fazer um ‘the best of’ e nem um ‘os melhores livros que já li’, eu ainda tenho tantos livros para ler que seria insensato definir apenas os já lidos em uma lista do tipo (pelo menos até sair o meu livro).
Eu procurei selecionar os livros não apenas pelo excelente conteúdo que apresentam mas também porque acabaram gerando algum fato curioso quando os descobri, seja ao serem adquiridos, lidos, emprestados, ou até mesmo na forma que me foram sugeridos, como é o caso do livro de estréia dessa nossa série de postagens.
O livro desse gênio do underground, que hoje eu considero o meu autor favorito, não poderia ter chegado as minhas mãos de outra maneira se não por meio da raiva.
Um amigo acabara de descobrir os escritores Beatniks, e após ler Jack Kerouac e Allen Ginsberg, ele correu para a minha casa com os livros embaixo do braço na intenção de me emprestar e quem sabe me catequizar com sua nova descoberta.
Após ler um livro de cada autor citado acima (no caso ‘On the Road’ e “Uivo”), meu amigo quis saber minha opinião no dia em que lhe devolvi o empréstimo.
-E aí? Gostou?
-O Jack Kerouac é muito excelente, quero ler mais coisas dele. Agora,... esse tal Ginsberg não me desceu muito bem, achei um pé no saco. Me pareceu meio gay.
-Mas ele era gay.
-Oh,...isso explica muita coisa.
-É..., mas Jack Kerouac também era gay e você gostou.
-Oh,... isso explica tudo.
Algumas semanas depois estávamos discutindo sobre livros com mais três amigos em um bar no Catete, quando curiosamente o nome de Ginsberg surgiu na conversa. Pronunciei minha opinião:
-Bom, ele me emprestou um livro do Ginsberg, mas não curti, achei chato ... muita lamentação.
-Você já leu Bukowski?
-Não, nunca ouvi falar. O que me diz desse escritor?
-Bukowski acertou um soco na cara do Allen Ginsberg.
Engasguei com a cerveja, e naquele momento percebia que havia encontrado um autor que merecia mais do que minha atenção, mas também o meu respeito. De repente, aquele era todo o argumento que eu precisava pra ler alguém.
-Sério? Interessante,... como é mesmo que se soletra esse nome?
Ao sair do bar entrei na primeira livraria que encontrei aberta e comprei o Fabulário Geral do Delírio Cotidiano ,... o resto vocês já devem imaginar.


Se você não tiver medo de acabar meio maluco como eu se viciando na obra de Bukowski, o Fabulario Geral do Delirio Cotidiano é uma ótima pedida para conhecer o mundo subterrâneo desse autor, e quem sabe, conseqüentemente até o meu.Clique no selo da Submarino ao lado e aproveite a bagatela que está esse livro, basta digitar o título na seção de busca do site.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Mulheres agridem seus parceiros impunemente!
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Mondo Bizarro
Casos de homens agredidos pelas esposas e companheiras já respondem por 1/3 do total de ocorrências encaminhadas ao Setor de Termo Circunstanciado da Policia de Maringá-PR. A situação, que era rara até poucos anos atrás, virou rotina na delegacia. Não é raro encontrar homens que relatam as agressões e humilhações sofridas dentro de casa. Para se ter uma ideia, só neste ano cerca de 140 procedimentos já haviam sido lavrados pela Polícia Civil.
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Casos de homens agredidos pelas esposas e companheiras já respondem por 1/3 do total de ocorrências encaminhadas ao Setor de Termo Circunstanciado da Policia de Maringá-PR. A situação, que era rara até poucos anos atrás, virou rotina na delegacia. Não é raro encontrar homens que relatam as agressões e humilhações sofridas dentro de casa. Para se ter uma ideia, só neste ano cerca de 140 procedimentos já haviam sido lavrados pela Polícia Civil.Embora sem saber definir o que estaria levando os homens a recorrerem à delegacia, a escrivã admite que a situação é inédita e merecedora de um estudo científico mais aprofundado. A suspeita é que o rigor da Lei Maria da Penha, criada em 2006 para proteger mulheres da violência doméstica, serviu para convencer muitos homens a não reagirem diante de provocações e até agressões dentro do lar. Em contrapartida, algumas mulheres, por se sentirem protegidas pela lei, acharam-se no direito de atacar os companheiros, seja física ou verbalmente.
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Entre os diversos casos atendidos pelo setor, está a de um policial militar que apanhou de facão da ex-mulher, um advogado que levou "latadas" de cerveja da mulher, e de um senhor que há 17 anos apanha da mulher: "Antes, ela me batia uma vez por semana; agora, bate quase todo dia", reclamou ele, inconsolado. E tal como as mulheres vítimas de violência doméstica, os homens apresentam testemunhas e pedem guias para exames de lesões corporais. Nesta semana, um pedreiro encaminhou seu carro para ser periciado pelo Instituto de criminalística, a ex-mulher destruiu o carro a lajotadas.
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Entre os diversos casos atendidos pelo setor, está a de um policial militar que apanhou de facão da ex-mulher, um advogado que levou "latadas" de cerveja da mulher, e de um senhor que há 17 anos apanha da mulher: "Antes, ela me batia uma vez por semana; agora, bate quase todo dia", reclamou ele, inconsolado. E tal como as mulheres vítimas de violência doméstica, os homens apresentam testemunhas e pedem guias para exames de lesões corporais. Nesta semana, um pedreiro encaminhou seu carro para ser periciado pelo Instituto de criminalística, a ex-mulher destruiu o carro a lajotadas.
O vídeo abaixo mostra uma reportagem onde se testa a reação das pessoas perante uma briga de casal encenada em que a mulher agride o homem.
E aí? Como proceder perante o caso? É da ciência de todos que as mulheres possuem um desequilíbrio emocional característico de sua natureza, o que é um poderoso agravante para situações desse gênero.
Embora seja mais comum nos depararmos com notícias onde o homem é o agressor, quando o papel se inverte e ele passa a ser a vítima, as agressões femininas possuem consequências bem mais graves do que apenas algumas escoriações e olhos roxos, já que as mulheres costumam utilizar diversos objetos em seus ataques para compensar a falta de força física. Fatos mais conhecidos incluem queimaduras por óleo fervente, destruição de objetos pessoais, cortes e perfurações feitas por talheres, ataques com o ferro de passar roupa ligado e é claro a mais temível pelos homens, a mutilação do membro masculino. Eu mesmo já tive um relacionamento onde vivi sob constante ameaça dessa última, cada mijada matutina era uma vitória nesse período.
*Fonte dos dados: odiario.com
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Você serve pro serviço militar? - Juca.Horror.Show
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JucaHorrorShow
Em todo começo de ano o governo gasta algumas centenas de milhares de reais para promover o serviço militar obrigatório para lembrar aos jovens desse país que completar 18 anos pode até ser o início da fase adulta, mas não é necessariamente o início da liberdade pessoal. Com essa idade você pode até se emancipar dos seus pais, mas só vai ser definitivamente dono do seu nariz se conseguir escapar do exército.
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Novamente eu cedo um espaço no blog para o meu amigo das antigas Juca Inácio, que vez ou outra manda um texto do seu exílio e me paga para postá-lo.
Quem é Juca Inácio?
Você serve pra servir?
Em todo começo de ano o governo gasta algumas centenas de milhares de reais para promover o serviço militar obrigatório para lembrar aos jovens desse país que completar 18 anos pode até ser o início da fase adulta, mas não é necessariamente o início da liberdade pessoal. Com essa idade você pode até se emancipar dos seus pais, mas só vai ser definitivamente dono do seu nariz se conseguir escapar do exército.Em outros países essa grana pode até ser considerada bem gasta, já que sua propaganda militar vem mesclada a grandes produções cinematográficas (Rambo, Bradock, Comando para matar, e tantos outros filmes do gênero). Aqui eles colocam meia dúzia de jovens em um comercial da televisão fingindo estarem empolgados por um extasiante ano de exercícios físicos, limpezas de banheiros, treinamentos forçados e companhia exclusivamente masculina. Quem eles querem enganar?
Não vejo nenhuma necessidade de fazer a molecada sofrer por antecipação com essas chamadas televisivas. Todos sabem que devemos nos alistar para servir o país ao completarmos 18 anos e que a pátria não aceita ‘não’ como resposta, nossos pais fazem questão de nos lembrar disso desde os 15. Alguns cartazes espalhados pelos colégios e postos de saúde das cidades acho que já seriam o suficiente!
Já que se tem comentado tanto sobre o regime militar ultimamente, em novelas, reportagens e até em projetos de leis, acho válido também rever o serviço militar obrigatório. Esse vestígio de ditadura não combina com democracia e tão pouco condiz com a imagem de um país pacífico que o Brasil tanto tenta vender por aí a fora.
*Juca Inácio
sábado, 9 de abril de 2011
Oferta sem Procura.
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Casos e Acasos
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Eu esperei o miserável por cerca de uma hora, esse era o problema de quando eu cumpria o horário marcado, as outras pessoas nunca tinham a mesma complacência. A atendente na portaria havia me oferecido um lugar na sala de espera para que eu pudesse aguardar sob o ar condicionado, mas preferi recusar a oferta e esperar do lado de fora, onde eu poderia fumar.
Logo que o carro luxuoso dobrou a esquina ao longe, eu já soube que estava nele o culpado por eu estar de pé, e com apenas meia xícara de café no estômago, naquela hora da manhã. Sem me decepcionar, o veículo diminuiu a velocidade quando passou por mim, e ao invés do condutor, eu só pude ver o reflexo de minhas olheiras no vidro escurecido. Ele estacionou, e de dentro saiu um homem gordo de cabelos brancos, fui ao seu encontro.
-Bom dia. Eu vim a respeito da vaga.
-Ah sim, claro,claro. Você é o rapaz que o Laurindo me indicou?
-Creio que sim senhor.
-Vamos entrar. Já está esperando faz muito tempo?
-Não muito,...senhor.
Entramos na sala de espera da atendente e inconscientemente trocamos olhares que fingiam ser aquele o nosso primeiro contato.
-Bom dia Dona Rosa, o Júnior já chegou?
-Bom dia Senhor Juarez. Ele ainda não chegou.
-Obrigado.- virou-se pra mim- Então você espera um pouco até meu filho chegar. Ele que cuida dessa parte na empresa. Senta aí e fique a vontade, ele já deve estar chegando.
Ele se dirigiu a uma porta no corredor e eu me sentei no sofá da sala. Me senti um idiota por voltar ao marco zero da situação e decidi naquele momento que eu não gostava muito do tal Júnior.
O clima entre os funcionários mudou quando o carro de Júnior, ainda mais luxuoso que o do pai, estacionou na garagem da empresa. As risadas cessaram e os empregados aumentaram o ritmo de trabalho, deduzi que eu não era o único que não curtia aquele cara por ali. De dentro do carro saiu um gordo de cabelo castanho, ele cruzou a sala de espera sem sequer notar que minha bunda ocupava um dos lugares no sofá, apenas Dona Rosa parecia feliz em vê-lo, pois sorriu ao desejar um ‘bom dia’ para o chefe mesmo recebendo o silêncio como resposta. Deduzi que ele deveria traçar aquela morena de alguma forma.
Já se somavam duas horas de espera quando o telefone sobre a mesa tocou, e na chamada os patrões solicitavam a minha presença.
Quando entrei na sala fui recebido pelos dois, pai e filho, eles me esperavam do lado oposto de uma enorme mesa. O pai tentou me receber com simpatia, mas o filho queria mostrar firmeza, estava decidido a impor um respeito de chefe antes mesmo que se acertasse que eu ficaria com a vaga ofertada. Não me incomodei com sua atitude, ele queria se portar como meu superior, e eu já o odiava como tal, estávamos quites.
Júnior falou bastante. Durante os próximos 40 minutos ele procurou valorizar o trabalho, tentava de todas as formas me convencer de que eu estava perante uma oportunidade unica na vida, a de trabalhar para a empresa de seu pai que começara com um simples comércio no centro e hoje já contava com 3 filiais espalhadas pela cidade. O assunto já se diluía e ele não chegava na única parte que me interessava daquela balela toda.
Quando pai e filho se entreolharam e se ajeitaram em suas cadeiras, eu percebi que chegara o momento.
-Bem, o que nós pagávamos para o rapaz que trabalha com a gente anteriormente, era isso...
Com a caneta rabiscou alguns números em um papel e o empurrou em minha direção, na hora percebi que um valor que não podia ser dito em voz alta não poderia ser um bom sinal. Olhei para o papel, mas continuei estático.
-A gente pode colocar um valor a mais aqui, por você ser indicação do Laurindo...
Ele retomou o papel e acrescentou cerca de 5% ao valor escrito anteriormente, fez alguns rabiscos indicando uma conta e anotou o resultado final. Dito isso, não tínhamos mais o que conversar, agradeci e dei o fora dali, ficou combinado que eles me ligariam.
Voltei para casa a pé, porque não achei que valesse a pena gastar dinheiro para o ônibus novamente.
Cheguei exausto e faminto, no caminho comprei alguns pães e agora devorava um deles recheado com ovo. Já faziam três horas desde que eu tinha cruzado pela ultima vez a sala de espera. Mas tamanha era a minha ansiedade que acabei ligando para a empresa.
-Alô?! Junior? Eu sou o cara que esteve aí mais cedo.
-Opa! Que bom que você ligou, eu já ia te ligar. Gostei de você rapaz, a vaga é sua.
-Verdade? Bem,..hãn,..puxa. Mas na verdade eu liguei pra dizer que infelizmente eu não vou querer o emprego.
-Como assim? Mas porque? O que aconteceu?
-Acho que o padrão da sua empresa não se encaixa no meu perfil. Tenha um bom dia.
Fui dormir para tentar recuperar o pouco que me roubaram naquele início de dia.
Feliz por ter escapado de um mal ainda maior.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
White Wolf relança o clássico Vampiro a Máscara
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RPG
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Parece que finalmente a White Wolf Publishing cedeu as milhares de ameaças de fãs do clássico Vampiro A Máscara e resolveu voltar ao mercado com uma edição comemorativa pelos 20 anos de lançamento do livro que revolucionou o RPG.
Vampiro: A Máscara mudou tudo! Explodindo no hobby de jogos em 1991, conclamou e inspirou uma geração de fãs a qual a indústria de jogos jamais vira até ou desde então. As subculturas gótica e punk, das quais ele referencia, previamente nunca vistas no mundo de jogos, criaram um fenômeno mundial sem paralelo que gerou romances, cardgames, Live Actions, videogames e televisão. Mas tudo começou com um RPG. A importância cultural que Vampiro deixou não somente no mundo dos jogos, mas na moderna cultura pop vampiresca pode ser vista e sentida virtualmente a cada momento e cada meio hoje em dia. O livro terá 400 páginas e o público já pode acompanhar o processo de criação dessa pérola no site 20th Anniversary Edition of Vampire: The Masquerade.
O que contem?
-Todos os 13 clãs originais, variações e linhagens de sangue, com suas Disciplinas únicas.
-Regras de criação e progressão de personagens, de Neófito a Matusalém
-Regras de criação e progressão de personagens, de Neófito a Matusalém
-Todas as Disciplinas, do nível 1 ao 9.
-Arte totalmente nova e a cores por Tim Bradstreet e outros clássicos artistas do jogo
-Arte totalmente nova e a cores por Tim Bradstreet e outros clássicos artistas do jogo
A empresa alega que esse é um projeto único e que não possui a mínima intenção de refazer a linha de livros de Vampiro a Máscara,... mas quem sabe com mais algumas ameaças eles não mudam de idéia.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Adesivos de família Star Wars
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O comércio corre contra o tempo para tornar pessoas pitorescas como eu, o mais normal possível perante o resto da sociedade.
Você já deve ter encontrado na sua rua, no seu bairro ou no mínimo em sua cidade, algum carro decorado com um conjunto de adesivos no para-choque simbolizando cada membro da família em forma de figuras (Se nunca viu um desses, você precisa sair mais de casa).
Eu mesmo tenho um vizinho que fez questão de representar até mesmo seus 4 cachorros e 3 gatos em figuras no seu carro, mas confesso que fiquei meio confuso quando uma vez encontrei um carro onde se via três adesivos de mulheres adultas, fiquei tentando imaginar que tipo de família era aquela.
Humm,...agora eu entendi,....gostei.
Enfim, pensando em todo tipo de público, foi lançado uma série de adesivos totalmente adaptados para a minha Família Star Wars. Se um nerd conseguir procriar, ele já pode se sentir mais integrado com as outras famílias da vizinhança, e com estilo Jedi.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Em busca do Cartão Perdido!
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Casos e Acasos
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Ontem, eu infelizmente tive que romper meu recorde de três anos sem entrar em um banco, tempo esse em que eu me satisfiz utilizando apenas os engenhosos caixas eletrônicos. Eu caí em uma dessas arapucas que eles preparam pra gente, onde ao tentar sacar a minha merreca restante da conta, o visor da máquina apresentou a mensagem ‘Cartão não encontrado’, eu sempre tive o maior cuidado para não perder meu cartão justamente para não ter que enfrentar os ‘12 trabalhos do operário’ na hora de resolver uma transação bancária ( passar pela porta giratória, enfrentar fila, pagar taxas, falar com gerente, pagar taxas, solicitar novo cartão, mais fila,...etc), mas nunca imaginei que meu cartão poderia ser perdido e não mais encontrado pelo caixa eletrônico.
O momento escolhido para o ocorrido era um sábado, e eu estava prestes a ter o meu final de semana arruinado se não raspasse o que me sobrava na conta. Me achando cheio de razão liguei para o 0800 do banco, e com indignação na voz questionei a atendente:
-Eu gostaria de saber por que o caixa eletrônico parou de seguir o perfil do meu cartão.
-Senhor, confira a validade do seu cartão.
Cheio de frustração constatei que a validade do cartão havia expirado no dia anterior e não tinha nada que eu pudesse fazer até a próxima segunda. Vizualizei na minha mente a imagem do banco lotado em plena primeira segunda-feira do mês e lamentei a minha falta de sorte. Não sei dizer quanto tempo durou esse meu estado de choque, mas a atendente no telefone me tirou da catatonia momentânea quando falou de forma imperativa.
-Senhor? Ainda está aí? Posso fazer algo mais pelo senhor.
Eu não queria que ela saísse daquela conversa com esse gostinho de vitória.
-Na verdade sim. Porque o caixa eletrônico não fala claramente na minha cara que acabou a validade do meu cartão, ao invés de mandar indireta na TL dizendo que ele não foi encontrado?
Eu tenho o que poderíamos chamar de ‘bancofobia’. O ambiente de um banco me é extremamente desconfortável, já me senti melhor ao visitar amigos na cadeia, até porque é mais fácil entrar em uma penitenciária como visita do que em um banco como cliente.
Eu sempre penso que uma vez lá dentro, poderei ser depenado pelos funcionários que olham como abutres para o público enfileirado tentando adivinhar quanto dinheiro eles possuem pra perder ali dentro. Sinceramente, não dá pra confiar em um lugar onde os seus objetos de valor (carteira, celular, cordão, anel) precisam entrar no recinto primeiro do que você.
E o gerente ainda quer te convencer que você que é o cliente do banco.
domingo, 3 de abril de 2011
Conversa Ultrapassada de Bar
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Ah,...uma conversa tradicional de bar, dessas onde a bebida entra e a verdade sai e já não se encontra mais. Um papo absolutamente analógico, sem nenhum aparato tecnológico que pudesse de alguma forma mascarar a essência de seus participantes, que por mais diferentes que fossem em idade, vivência, cultura e até sotaque, ainda compartilhavam o apreço pelo antigo hábito de molhar as palavras, ao invés de digitá-las.
O ambiente ideal para a troca de experiências, uma antiga prática de cartas na mesa e jogo limpo, onde só se corre o risco de se enganar com algum avatar caso a bebida comece a embaçar a sua visão. Cada um contando suas gafes e momentos marcantes, suas conquistas e perdas, rebeldias adolescentes e peripécias infantis, um momento onde se conhece de verdade as pessoas ao seu redor.
Opa! Minha vez de contar um causo na mesa...
“Na época de moleque, no intervalo das aulas a gente pegava a caixa de giz da professora e espalhava pelas hélices do ventilador de teto. Assim, quando ela ligava, nevava pó de giz para todos os lados, hahaha!”
Todos se entreolham sérios e depois voltam seus olhares fixos em mim. Tentei explicar o que eu julgava desnecessário.
“O pó do giz que ficava na caixinha de madeira dos professores. O que vocês não entenderam?”
“Você quer dizer o pincel atômico?”
“Sim, hoje em dia se usa isso. Mas to falando do giz que os professores usam pra escrever no quadro negro”
“Na verdade,... eu nunca peguei essa época”
“ E em todas as salas que eu estudei tinha ar condicionado”
“Nossa, o Maldito é das antigas.”
“Você chegou a pegar aquela época da palmatória?”
“Não. Mas estou com vontade de te dar umas dessas bem agora!”
“Não. Mas estou com vontade de te dar umas dessas bem agora!”
sábado, 2 de abril de 2011
Fumantes travam guerra com Anvisa sobre proibição de cigarros aromatizados.
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Mondo Bizarro
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Alguém lá fora quer realmente destruir todos os meus míseros prazeres terrenos. Não faz muito tempo eu postei aqui o texto ‘Tecnologia de ponta, na ponta de um cigarro’, onde eu todo animado narro minha experiência ao descobrir novos sabores de cigarros, e agora sou pego de surpresa pela notícia de que os cigarros com sabor e aroma de menta, bebidas, especiarias, doces e similares podem estar com os dias contados no Brasil.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) encaminhou para a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara, a proposta de restringir o uso de aditivos nos cigarros e proibir a publicidade do produto no interior dos estabelecimentos de venda. De acordo com o diretor da Anvisa, José Agenor Alvares, os cigarros com aromatizantes, além de serem mais tóxicos, estimulam os jovens a iniciarem o hábito, já que, segundo ele, os aromatizantes e flavorizantes são expedientes utilizados pela indústria de tabaco para fazer com que as crianças e os adolescentes iniciem o hábito de fumar, porque essas substâncias mascaram o gosto da nicotina. Com essa linha de pensamento, fico admirado desse imbecil não apontar o fato dos jovens estarem tendo relações sexuais mais cedo hoje em dia por culpa das camisinhas com sabores, já que elas mascaram o gosto da p... Bom, deixa eu calar a minha boca.
A indústria do fumo e alguns agricultores tentam barrar essa nova restrição à venda de cigarros, além da proibição do uso de aromatizantes e açúcares nos derivados de tabaco no país. Eles atuam em duas frentes, de um lado, tentam convencer o Planalto a obrigar a Anvisa a recuar com as novas restrições, e de outro, trabalham para retardar a conclusão das consultas.
O Sinditabaco (associação das indústrias de cigarro) alega que as restrições trarão prejuízos para 1 milhão de agricultores familiares, fecharão postos de trabalho e permitirão que o cigarro seja contrabandeado e vendido de forma ilegal, ou seja, em breve você poderá tomar uns tapas da policia se te pegarem fumando um Gudang Garam, e logo a TV vai te bombardear com campanhas do governo dizendo que você está financiando o crime fumando o seu Lucky Strike Click&Roll. Tudo caminha pra isso.
Para retardar a conclusão das consultas públicas, agricultores e empregados da indústria tabagista preencheram cerca de 200 mil formulários com sugestões à Anvisa, que por lei não pode implementar novas restrições sem analisar todo o material produzido durante o debate. Empresas do setor bancaram a impressão dos formulários e montaram uma operação logística para distribuí-los e depois recolhê-los entre produtores nos Estados do Sul, que concentram mais de 90% da produção brasileira.
Um dos instrumentos de pressão é o forte apoio que Dilma Rousseff teve nas cidades que lideram a produção de fumo. Na campanha do ano passado, a petista conquistou até 80% no eleitorado das regiões fumageiras.
Nada mais justo e coerente, já que a campanha eleitoral de José Serra foi em grande parte voltada pra saúde, ressaltando seu trabalho com leis antitabagistas e mudanças na merenda escolar em São Paulo, o governo atual deveria mesmo mostrar toda sua oposição aos projetos do Serra, apoiando veementemente o fast food e o tabagismo.
Estamos todos contando com a senhora presidenta!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A minha Super Cueca!!!
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O Meu lado
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Dentre todas as peças que compõe o meu vestuário, a única que realmente me importo a ponto de desembolsar um dinheiro a mais para obter um exemplar de boa marca e qualidade, é a minha cueca. Não me importa se a minha calça é de um jeans vagabundo ou se minha camisa está com uma cor indefinida de tão desbotada, desde que por baixo eu esteja usando uma cueca de respeito, nunca se sabe quando pode pintar uma situação em que você fique protegido apenas por essa última fronteira da nudez, é bom estar preparado.
Ao final de um dos meus pocket shows de stand up, eu acabei justificando a correria da apresentação apontando o fato de eu estar com a minha cueca do Flash, usada somente quando eu estou com pressa, mas severamente abolida no caso de encontros amorosos para evitar uma possível ejaculação precoce. Para esse tipo de ocasião a do Superman é mais viável.
A minha mãe vive dizendo que as minhas cuecas são tão caras que eu deveria usá-las por cima da calça feito os super-heróis dos quadrinhos para compensar o valor pago, embora essa colocação tenha certa lógica, é claro que eu jamais sairia por aí vestido assim,... por mais que seja tentador.
Bom, eu não poderia desperdiçar uma sugestão tão excelente, e sem romper nenhum código ético de conduta moral , acabei encontrando uma forma de aplica-la (sem ser apontado como maluco na rua) quando encontrei uma série de cuecas com tema de heróis em uma dessas lojas do ramo. Uma série espetacular com os integrantes da Liga da Justiça que agora incorporam minha preciosa coleção.
Não teve como escapar do apelo popular e eu tive que comprovar o que falara expondo parte da cueca. Já fora do palco, nos ‘bastidores’, a minha amiga e jornalista Andrea Zillio fez questão de registrar o fato com uma foto.
Alguns preferem torrar seus salários em pares de tênis que custam o equivalente a um salário mínimo,... bem, que seja! Considero a minha futilidade mais sadia, creio que a área guarnecida pela cueca merece um maior conforto já que vive em constante trabalho quando se está na horizontal enquanto os pés tiram folga nessa posição.
Aqui eu falei de cueca, mas na minha Maldita Crônica Sexual
de hoje eu tô falando de calcinha. Clique e conheça!
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