domingo, 12 de fevereiro de 2012

Apocalipse Zumbi

Por mais que pareça maçante reviver o assunto ‘Zumbi’, eu não canso de assistir ou ler sobre esses morto-vivos. É como se toda essa moda sobre o tema estivesse realmente nos preparando para um possível surto de infecção. Então, irei citar aqui mais um ‘manual de sobrevivência’ para você manter ao seu lado quando o mundo se acabar, o livro Apocalipse Zumbi de Alexandre Callari. Uma história dinâmica que te prende do começo ao fim como se fosse um filme. Aliás, com tanta ação contida na obra, ficou claro que essa foi a intenção do autor.

Para ajudar com todo esse clima cinematográfico o exemplar ainda traz ilustrações de algumas das cenas mais empolgantes da trama alem de um CD contendo sete faixas compostas pelo próprio autor, na base do mais puro rock'n roll, para servir de trilha sonora durante a leitura.
É claro que é sobre sobreviventes em um mundo devastado, mas ao contrário do que se vê por aí, em Apocalipse Zumbi a peste maldita já assola o planeta há quatro anos, ou seja,  nada de longos trechos onde os personagens perambulam sem destino tentando compreender o que aconteceu com seus entes queridos. Todos já conhecem o perigo eminente e o que resta é a esperança de se reerguer a partir disso.

Infelizmente o livro peca ao se perder em sua própria nacionalidade. Logo em seu início ele situaliza o leitor no Brasil, em plena São Paulo, mas após os primeiros capítulos não se encontra mais nenhuma referencia ao solo tupiniquim, nenhuma citação a um artista, personalidade ou música brasileira, até mesmo os nomes dos personagens são ou gringos, ou totalmente improváveis em nossas terras. Para um livro que se intitula ‘O primeiro livro de zumbis do Brasil’ acho que faltou muita coisa para se tornar verde amarelo.
Mas nada disso interfira na qualidade de seu conteúdo. Basta imaginar que tudo se passa em alguma outra grande metrópole do mundo e tudo correrá bem.


Apocalipse Zumbi é o Volume I do que promete ser uma trilogia, e eu pagaria para acompanhar o desenrolar desse enredo sem pensar duas vezes. Seu argumento é convincente e embora o autor tenha feito uma salada over com as personalidades dos personagens (incluindo samurai, viking, bárbaro, esquizofrênicos, nerds típicos, e demais referências) os protagonistas fazem você querer saber cada vez mais de seus futuros e também de suas vidas pré apocalipse.

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Comentários
3 Comentários

3 comentários :

  1. Sou um grande fã de zumbis. Até mesmo comecei a escrever algo que eu chamaria de Crônicas dos Infectados, mas a obra está pausada. Sempre gostei de filmes sobre zumbis. Vez ou outra procuro algo para ler nessa temática.

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  2. Parece bem interessante pra quem gosta de histórias psicodélicas. Acho tão amador colocar nome gringo em livro nacional, mas como é o primeiro nesse gênero, a gente pode relevar.

    Ulyane Gomes.

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  3. Achei bem interessante o fato do livro vir com um cd para ouvir na leitura. Mtas pessoas fazem isso e gostam, é uma ótima idéia. Porém, o fato do livro ser contado no Brasil e não ter qualquer referência ao brasileiro em si - nem nos nomes - me desanimou. Posso estar errada, mas acho que o autor tem ainda um pequeno preconceito com as histórias daqui...

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