quinta-feira, 7 de junho de 2012

Morre Ray Bradbury, autor de “Fahrenheit 451″

O lendário escritor norte-americano Ray Bradbury, mestre da ficção cientifica e fantasia, morreu aos 91 anos na última terça-feira à noite segundo sua filha Alexandra Bradbury, que não deu muitos detalhes a mais sobre sua morte.

Ray Bradbury é amplamente famoso por seu livro Fahrenheit 451, um romance distópico publicado originalmente em 1953 onde apresenta um futuro em que todos os livros são proibidos e pensamentos completamente suprimidos.
"Não é preciso queimar livros para destruir uma cultura. Basta fazer com que as pessoas deixem de lê-los"
Nos últimos anos um acidente vascular cerebral dificultou suas funções fazendo com que tivesse de usar cadeira de rodas, mesmo assim o escritor se manteve ativo até os 90 anos produzindo romances, peças teatrais e diversos roteiros.
Fahrenheit 451 foi sua obra mais famosa, porém Bradbury é autor de 30 livros, incluindo As Crônicas Marcianas. 
Confira abaixo a capa e sinopse de um dos seus livros.

Imagine uma época em que os livro configurem uma ameaça ao sistema, uma sociedade onde eles são absolutamente proibidos. Para exterminá-los, basta chamar os bombeiros – profissionais que outrora se dedicavam à extinção de incêndios, mas que agora são os responsáveis pela manutenção da ordem, queimando publicações e impedindo que o conhecimento se dissemine como praga.
Para coroar a alienação em que vive essa nova sociedade, anestesiada por informações triviais, as casas são dotadas de televisores que ocupam paredes inteiras de cômodos, e exibem “famílias” com as quais se podem dialogar, como se estas fossem de fato reais.

Este é o cenário em que vive Guy Montag, bombeiro que atravessa séria crise ideológica. Sua esposa passa o dia entretida com seus “parentes televisivos”, enquanto ele trabalha arduamente para comprar-lhe a tão sonhada quarta parede de TV. Sua vida vazia é transformada, porém, quando ele conhece a vizinha Clarisse, uma adolescente que reflete sobre o mundo à sua volta e que o instiga a fazer o mesmo. O sumiço misterioso de Clarisse leva Montag a se rebelar contra a política estabelecida, e ele passa a esconder livros em sua própria casa.
Denunciado por sua ousadia, é obrigado a mudar de tática e a buscar aliados na luta pela preservação do pensamento e da memória. “Fahrenheit 451” é não só uma crítica à repressão política mas também à superficialidade da era da imagem, sintomática do século XX e que ainda parece não esmorecer.

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