sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A próxima moda vai explodir bem no seu peito

Estourando bombas passageiras
O bombardeio constante de novas informações
O Brasil é um país que gosta de lançar modas. Não? 
Em tempos passados (recentes) dançávamos lambada ao som de 'Adocica' e seus coirmãos seguidores do ritmo meio cubano, meio paraguaio, meio mexicano, meio cearense, e totalmente 'javanês', que depois foi trocado pelo pagode calcinha, sendo sucedido pelo pagode comédia pastelão, logo depois pelo sertanejo primário, o básico, o secundário (e agora o universitário)... Veneramos os Bispos autoproclamados, o Big Brother (essa moda foi importada), a miss bunda (adorei a escolha), aquela comédia escrota que expõe ao ridículo pessoas humildes, e a casa reformada que o pobre consegue ganhar em alguns programas de TV. Criamos heróis...? Pois precisamos de heróis! Criamos monstros também. Olhamos as fotos e criamos imagens sobre elas. Julgamos. Precisamos de coisas, de entretenimento. Estamos vivos e o cérebro funciona. Pois é.

Vinho; um gole de Santa Helena (ainda tenho três garrafas na geladeira).
O princípio da sabedoria é não julgar-se mais sábio do que alguém, portanto não vou tacar pedra nas coisas da moda. Levantarei suspeitas sobre a mega jogada de marketing por trás de alguns modismos? E para quê? Para nada... A Moda boa vai ficar e nós a adotaremos. O ruim geralmente é passageiro, não se preocupe demais. A construção frágil se destruirá sozinha na evolução da espécie.
Não é a toa que estou ouvindo The Doors, agora mesmo, em uma estação de rádio local. Ainda a pouco tocou Ney Matogrosso (não sei se acertei nos exemplos).
Enfim, para resumir a farofada de hoje o lance é deixar passar o que é ruim, sem apontar o dedo ao ruim (isso é divulgação do mesmo jeito), não criando debates - e não me refiro, evidentemente, aos casos em que precisamos partir para o campo de batalha. As bombas da moda continuarão estourando ao seu lado, não tem jeito, é a constante normal de uma sociedade que precisa comprar e vender para não falir. Mas a internet está aí para resgatar, para manter você na sintonia de informação que você quiser receber. Não precisamos mais ficar como refém das grandes mídias brasileiras.
(Chove no Rio de Janeiro em Janeiro e o vinho está uma beleza. Bom final de semana pra vocês.)
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