quarta-feira, 15 de maio de 2013

As Taras do Mini-Vampiro

As Taras do Mini-Vampiro
Diretor: José Adalto Cardoso
Roteiro: José Adalto Cardoso
Ano: 1987
País: Brasil
Atores: Anão Chumbinho, Renalto Alves, Bim-Bim, Makerley Reis

A pornochanchada, um gênero tipicamente brasileiro, bastante comum na década de 70, foi como dar asas a todas e quaisquer possibilidades. Pode-se dizer que, talvez, todos os gêneros foram produzidos dentro da pornochanchada. Sem medo, e numa ousadia que nos dias de hoje é considerado “atual e ousada”, muito dessas produções murchariam se colocadas ao lado dessas pérolas amalucadas do passado. Se você nunca assistiu uma pornochanchada, é algo que vale a pena assistir. (Será que você nunca assistiu Histórias Que Nossas Babás Não Contavam? A Noite das Taras. A Dama da Lotação (Meu preferido!). Os 7 Gatinhos e muitos, mas muitos outros. Se não, os citados ficam como iniciação no gênero). 
Mas não me estenderei, pois este tema é extenso e daria, tranquilamente, mais páginas que um mestrado.
E em meio a todas essas maluquices, deparo-me com As Taras do Mini-Vampiro. Um vampiro anão que ataca as pessoas quando estas estão transando. Ahh sim, algumas pornochanchadas, como esta, contém sexo explícito. Mas é explícito mesmo! Rsss. Nada de mãos quentes e seios a todo momento. Penetração, sexo a três e algumas masturbações masculinas com grande desejo por éguas (Você não leu errado). Zoofilia? Talvez. Mas não acontece nenhum tipo de contato entre ele e o animal, assim como nenhuma exibição do sexo do animal.

Enquanto isso, o vampiro continua atacando na pequena cidade de Bananal, interior de São Paulo.  E o prefeito enxerga tais ataques como a chance da cidade despontar para o mundo como a cidade do vampiro, atrair turistas de todos os lugares, sair do total desconhecido e etc. Um caça-vampiros é contratado para caça-lo e, logo, estabelecem um diálogo-desabafo, que resulta na criatura enfrentar um problema que está vivendo. 
Gostaria, mas não direi qual é.

É claro, como não poderia deixar de ser, o vampiro também sente tesão e se joga no sexo como qualquer outro ser vivo. Ou morto-vivo.
Atenção para duas cenas absurdas que merecem um destaque: A ereção do vampiro brotando da terra. E o momento em que, fazendo sexo oral numa atriz totalmente entorpecida de maconha, tira seu absorvente usado e fica louco pelo sangue. #nojo
As Taras do Mini Vampiro foi produzido pela extinta e inesquecível Boca do Lixo, em São Paulo. Um filme imperdível devido todo o absurdo que o compõe.
Divirta-se...
E qual o pensamento que tirei sobre?
Ainda estou tentando elaborar um.

Se você for maior de idade, pode assistir essa pérola da sétima arte nacional na integra em um famoso site pornô clicando aqui
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