quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Conceitos SCI-FI que, bem que poderiam ser reais (Apesar das consequências)

A ficção científica, muitas vezes, nos serve como uma espécie de aviso. Talvez ela esteja tentando nos alertar que uma nova tecnologia exagerada pode ser perigosa para os direitos do indivíduo, possivelmente violados por algum regime poderoso... Vai saber, né!
Em qualquer que seja o caso, a ficção científica costuma refletir sobre uma ideia em um mundo onde estamos permanentemente plugados em algum aparato eletrônico, e negligenciar certos limites dentro desse campo pode ser desastroso. Provocando até mesmo o fim desse fiasco que chamamos de humanidade. 

Apesar das terríveis consequências discutidas em obras do gênero, eu, ainda assim, não consigo deixar de desejar que alguns desses perigosos conceitos sci-fi fossem reais, como por exemplo...
1. Trazer de volta espécies extintas: Dinossauros! Em Jurassic Park, somos confrontados com as consequências de trazer uma espécie extinta de volta dos mortos. Através de uma série de descobertas científicas, os cientistas do parque são capazes de extrair DNA de dinossauro de um mosquito preso em um pedaço de âmbar fossilizado, e usá-lo para recriar as feras. 
No entanto, as coisas não são assim tão simples. Apesar de que eu gostaria de viver em um mundo incrível onde os dinossauros existissem, sempre haveria o constante medo de falha humana, o que pode levar a 'reproduções não autorizadas', fuga das criaturas, corre-corre, pessoas sendo devoradas, e todo tipo de coisa chata que pode estragar o seu dia.
2. Realidade simulada: No mundo de Star Trek, os personagens são capazes de entrar em uma realidade simulada através do uso do holodeck. Embora esse aparato tenha sido desenvolvido para fins recreativos, através de falhas no software e os motivos nefastos de outros usuários, muitas vezes tornou o sistema perigoso, com usuários ameaçados de dano real no mundo virtual.
Eu juro, vai ser bem diferente quando essa tecnologia chegar em minhas mãos. Prometo que só o usarei para o bem,... Meu próprio bem.
3. Trazendo os mortos de volta: Em uma das primeiras obras de ficção científica, Mary Shelley investiga o tema da imortalidade quando Victor Frankenstein cria vida na forma de uma criatura grotesca remendada de pedaços de cadáveres. Embora seus métodos sejam pouco ortodoxos, e ele rapidamente renuncie qualquer tipo de responsabilidade pelo seu trabalho, Victor Frankenstein realiza em sua essência, algo que muitos daqueles que perdem um ente querido desejam: a capacidade de ressuscitar os mortos.
Ao longo deste trabalho, e muitos outros que lidam com temas semelhantes (mesmo Jurassic Park), somos lembrados de que este não é o nosso lugar e que a vida e a morte são, em última análise, algo que está além do nosso alcance.
4. Edição de Memórias: Editar as memórias, seja pela supressão ou adição, é uma prática comum na ficção científica. Embora, em alguns casos, seja utilizada para controlar uma vítima desconhecida ou sociedade em geral, em algumas situações, é consensualmente feito para aliviar a dor de alguma experiência traumática do alvo. 
Enquanto escritor, sei que eu deveria utilizar minha memória ao máximo, e até mesmo as dolorosas, para executar um bom texto, mas eu estaria mentindo se eu dissesse que não queria apagar algumas coisas da minha mente. E enquanto parece que os cientistas estão conseguindo um certo progresso nesta área, ainda procuramos uma forma de sermos capazes de extrair ou apagar determinadas lembranças.
5. Viagem no Tempo:  Eu acho que nós já consumimos muitos casos de viagem no tempo, e pode ser realmente complicado cruzarmos tantos conceitos sobre a teoria? Podemos viajar para o futuro, bem como o passado? Quais são as consequências de alterar um evento no tempo? Você pode encontrar com você mesmo em outro tempo?
Sempre que se pergunta a alguém sobre qual época que gostaria de regressar no tempo, uma grande maioria não pensa duas vezes antes de responder: a década de 60. Talvez para vivenciar as constantes mudanças que o mundo passava durante aquele período, na tentativa de alterar algo com o conhecimento adquirido no presente. O que, francamente, eu considero uma tremenda falta de imaginação e senso de aventura.
Quanto a mim, se tivesse tal oportunidade, com certeza escolheria visitar a tenebrosa era medieval em seu glorioso tempo de capas e espadas.

tradução livre baseada em um texto do quirkbooks
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