quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Max, Fidelidade Assassina

Max, Fidelidade Assassina (Man's Best Friend)
Diretor: John Lafia (Brinquedo Assassino 2)
Roteiro: John Lafia
Ano: 1993
País: EUA
Atores: Ally Sheedy (Clube dos Cinco-1985), Lance Henriksen (O Exterminador do Futuro-1984) (Aliens, o Resgate-1986), Robert Costanzo (O Vingador do Futuro-1990)

Não é nenhuma novidade que o terror adora animais furiosos matando todos que aparecem pela frente. Apesar dos excelentes Cujo (que você pode ler clicando aqui), Alligator, O Hospedeiro e muitos outros, a verdade é que, na maioria das vezes, a questão é apenas uma: Colocar o animal/criatura em seu estado mais nervoso e o deixar matar como bem entender.
Em Max, Fidelidade Assassina, que tem como nome original “Melhor Amigo do Homem”, somos apresentados à Imax, empresa onde acontecem inúmeros experimentos proibidos em animais, liderado por um cientista que acredita em caminhos nada ortodoxos. Uma dupla de jornalistas, a fim de desmascara-la, adentra no local e, consequentemente, encontram, dentre os inúmeros animais nas mais variadas situações, o cão. Mas elas têm de fugir e, consequentemente, o belo animal as acompanha. A protagonista, não conseguindo deixa-lo para trás, o adota.
A premissa é interessante e até séria, como a questão dos animais sendo usados em testes, até que, pouco a pouco, a coisa começa a perder o controle. Max é fruto de uma experiência que une as melhores qualidades dos mais variados animais. A visão da coruja, a capacidade de se camuflar do camaleão e por aí vai. Ou seja, a mais perfeita e natural força de combate, porém dotado de coração canino e tudo mais que o mesmo representa.
A questão é que, dessa explicação em diante, não sabemos mais se é para rir ou ter medo. A cena em que persegue o carteiro, os super saltos, a urina ácida (isso mesmo que você leu) e outras coisas mais, transformaram a máquina de matar num máquina de palhaçadas. Outro momento ápice é quando ele estraçalha outro animal. Não direi qual para não estragar a surpresa.

O final é um tanto quanto forçado. Qualquer um que tenha o mínimo de bom senso sabe muito bem que aquilo não acontece. Se não me engano, um tanto quanto similar ao de O Cachorro Atômico (1998. E pelo título você já pode imaginar do que se trata...)
Mas deixe o bom senso de lado e aceite que não é o momento de procurar conceitos. Vale muito a pena assisti-lo pelo absurdo que se transforma, além do saudosismo daqueles que cresceram assistindo-o.
Com certeza Max é infinitamente superior a Rottweiler (2004), este que tem no elenco Ivana Baquero, mais conhecida como Ofelia, a protagonista de O Labirinto do Fauno.
Afinal, nem todos os cães podem ser Cujo (1983). Assim como Pânico no Lago (1999) jamais será Alligator (1980).
Premiações:
Indicações:
Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, USA – 1994.
Melhor atriz: Ally Sheedy
Melhor maquiagem: Kevin Yagher. Mithcell J. Coughlin
Ganhou:
Gérardmer Film Festival – 1994 – Prêmio Especial ao diretor John Lafia.

E qual o pensamento que tirei sobre?
Amor eterno por todos os filmes de animais assassinos que estraçalham gente. Independente da lógica ou do bom senso.

Você encontra o filme disponível e dublado no youtube. Veja a primeira parte, aqui:
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