quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A Maldição do Cinema - Cativeiro

Cativeiro (Captivity)
Diretor: Roland Joffé
Roteiro: Larry Cohen & Joseph Tura
Ano: 2007
País: EUA/Rússia
Atores: Elisha Cuthbert (Um Show de Vizinha, A Casa de Cera), Daniel Gillies (Homem-Aranha 2) e Pruitt Taylor Vince (Constantine, Monster-Desejo Assassino e Assassinos por Natureza)

É curioso pensar que Cativeiro foi dirigido pelo mesmo diretor de A Missão e Vatel – Um Banquete Para o Rei, pois tal não se trata de um trabalho imperdível. Nele, a modelo de enorme sucesso e também chata Jennifer é sequestrada, acordando num cativeiro detalhadamente preparada para ela. Além de não saber onde está e o porquê, também encontram-se lá suas roupas, maquiagens e uma TV onde são exibidas muitas de suas entrevistas, dando a certeza de que o causador de sua prisão forçada acompanha seus passos há bastante tempo.
Entre sequências que não chegam a lugar algum, e tentativas de criar algo mais complexo, ela logo percebe não estar sozinha. No quarto ao lado, há um rapaz que diz também ter sido sequestrado. Daí inicia-se mensagens trocadas e tentativas de aproximação, tudo permeado por conversas que tentam dar profundidade, mas se perdem tanto quanto às tentativas de chegar a algum lugar. Enquanto isso, jogos e insanidades sem sentido continuam vindo daquele que os aprisionou. Em meio a tudo isso, a polícia segue tentando descobrir onde ela se encontra, injetando ainda mais questões que não chegam a lugar nenhum. Mesmo assim o filme tem um clima que diverte
Entre tentativas de fuga e jogos mortais, ela, finalmente junto ao desconhecido, parece ter um momento de paz.
Lá por 80% do filme acontece uma grande mudança, mas nada do tipo “jamais esperava por isso”. Entre mais tentativas de causar grande tensão e um jogo psicológico que nunca dá certo, o que acontece é o que já foi apresentado: Um emaranhado de cenas que não chegam a lugar algum, transformando o filme em algo quase mais do mesmo. Mas apesar de tudo, existe o mérito de uma protagonista que não sofre mudanças absurdas, mantendo do início ao fim um pensamento racional dentro de sua realidade, cheio de falhas reais quando em tal situação e que joga como pode para sobreviver. E só.

E qual o pensamento que tirei sobre? Mais um filme “interessantezinho”, porém nem um pouco imperdível. Vale pela curiosidade e alguns momentos de sua protagonista, e só.
Você confere o trailer aqui:
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