sábado, 26 de abril de 2014

Palavras que você não sabia que foram criadas por Escritores Famosos

Se hoje contamos com um extenso vocabulário que nos possibilita expressar praticamente qualquer tipo de situação, devemos isso a grandes escritores, jornalistas e pensadores que não param de criar termos e palavras que povoam o nosso dia a dia. O bardo William Shakespeare, cuja a escrita consistiu em um vocabulário de 17.245 palavras, criou muitas expressões que não foram além de suas peças, mas outras - como colisão, pressa, crítica, e estrada - acabaram compondo partes essenciais da nossa linguagem atual.
Abaixo você encontrará outros exemplos bem sucedidos...
República das Bananas - Uma nação politicamente instável, tropical e antidemocrática, onde a economia é, na maior parte, dependente da exportação de um único produto como uma fruta ou um mineral. O termo pejorativo foi criado por O. Henry em sua coleção de contos intitulada 'Cabbages and Kings' de 1904.

Beatnik - Foi criado pelo colunista Herb Caen do jornal San Francisco Chronicle em sua coluna de 2 de abril de 1958 sobre uma festa dos anos 50. Mais tarde o jornalista explicou: "Eu inventei a palavra 'beatnik' simplesmente porque o satélite Sputinik da Rússia era a coisa mais alta que existia no momento, e a palavra acabou saindo".

Ciberespaço - O romancista William Gibson inventou essa palavra em um conto de 1982, mas só ficou popular mesmo após a publicação de seu romance de ficção científica Neuromancer. Ele descreveu o ciberespaço como "uma representação gráfica de dados abstraídos dos bancos de todos os sistemas de computadores criado pelo homem".

Capacho - Uma metáfora aplicada a uma pessoa que permite que os outros 'limpem suas botas' em cima dela. Foi usada nesse sentido pela primeira vez por Charles Dickens em Grandes Esperanças.

Factoide - Termo criado por Norman Mailer em 1973, para determinar um pedaço de informação que torna-se aceito como um fato, embora não seja realmente verdade. Ou um fato inventado que acredita-se ser verdade só porque ele saiu na imprensa.

Freelancer - Aquele que vende serviços a um empregador, sem um compromisso de longo prazo com ele. Um descompromissado independente, tanto na política quanto na vida social. O termo não existia até Sor Walter Scott introduzi-la em Ivanhoé, que, entre outras coisas, é muitas vezes considerado o primeiro romance histórico feito nos padrões modernos. Os Freelancers de Scott eram mercenários que comprometiam a sua lealdade por uma certa taxa.

Massa Cinzenta - Os neurônios do cérebro que permitiram o detetive ficcional belga Hercule Poirot resolver inúmeros casos de mistério da autora Agatha Christie em muitas histórias de seus romances policiais.

Pandemônio - Para intitular o Livro Um de seu poema épico 'Paraíso Perdido', John Milton inventou o termo 'Pandemônio', do grego 'pan' (tudo) e 'daimon' (espírito maligno), literalmente um lugar para todos os demônios. Ou como Milton expressa pela primeira vez no poema: "A alta Capital de Satanás e seus pares".

Robô - Criada pelo escritor checo Karel Capek em sua obra Rossum's Universal Robots, de 1921. Na verdade, ele usou o termo checo de 'trabalho escravo' para definir as máquinas como conhecemos hoje. Em  1941, Isaac Asimov inventou a palavra 'Robótica' baseado na escrita de Capek.

Gato-Assustado - Uma pessoa tímida, ou covarde. Introduzido em 1933 pela autora americana Dorothy Parker em seu conto 'The Waltz' em que o usou  a expressão para definir 'a maioria dos homens'.
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