sábado, 9 de abril de 2016

Conheça os livros favoritos do Deadpool

Quem nos acompanha periodicamente, já deve ter notado o fascínio que temos em imaginar quais seriam as possíveis leituras de alguns personagens da ficção, como já fizemos com As Tartarugas Ninjas e Os Vingadores. Dessa vez resolvemos explorar os gostos literários do descontrolado Deadpool. Totalmente fora do eixo, com um parafuso a menos e habilitado a quebrar a quarta parede, esse anti-herói apresenta gostos bem peculiares.
Com um humor incomum que oscila entre a irreverência e a violência extrema, em uma rotina diária que se resume basicamente em chutar bundas de caras maus, acreditamos que nos seus momentos de lazer Deadpool deve apreciar a leitura dos seguintes títulos:

✔ Snow Crash (Neal Stephenson)
No mundo real, Hiro Protagonist é entregador de pizzas na CosaNostra, pizzaria controlada pela organização mafiosa do Tio Enzo. Mas, no Metaverso, ele é um príncipe samurai. 
Um novo vírus vem derrubando hackers por todo o mundo, e Hiro parte em uma jornada perigosa para encontrar e destruir o sombrio vilão virtual que ameaça não só a existência daquele universo virtual, mas da própria Realidade. Com um enredo eletrizante, repleto de ação e escárnio, a obra é fundamental para os fãs de ficção científica e da cultura cyberpunk.
Um futuro distópico totalmente concebível em que o capitalismo é a nova religião, e muitas lutas de espadas. Com certeza esse seria o primeiro livro da prateleira do Deadpool. (Editora Aleph)

✔ Sobrevivente (Chuck Palahniuk)
Tender Branson poderia ser um cidadão comum, vivendo uma vida mediana, casado, pai de dois filhos, morando numa casa de cerca branca. Poderia ser apenas mais um, mas escolheu sequestrar um avião com destino à Austrália para se suicidar. Sobrevivente é a trajetória de vida e morte de um fanático religioso, narrada em contagem regressiva: de seu fim desastroso até os dias de infância vivida no distrito da Igreja do Credo, isolado do mundo real. Mas antes de tudo, que fique bem claro, Tender não é um assassino. 
Ele sequestrou sim o voo 2039 com destino a Sidney, mas desembarcou todos os passageiros no caminho em troca de alguns paraquedas e garrafas de gim-tônica e deixou o piloto saltar de paraquedas depois de decolar. Ele queria apenas morrer sozinho, mas antes, precisava contar a sua história. Ele teria cerca de 7 horas de combustível para isso. (Editora Leya)

✔ Valis (Philip K. Dick)
A vida de Horselover Fat sempre foi repleta de paranoia e episódios depressivos, apesar de tentar ajudar os amigos, nunca obteve muito sucesso. Presa de sentimentos confusos e pensamentos intrincados, ele ocasionalmente flertava com a ideia do suicídio.
Mas tudo muda quando Fat (ou Phil, a distinção nem sempre é clara) é atingido por um intenso feixe de luz rosa. A partir de então, dá início a uma verdadeira jornada pessoal para entender o que aconteceu: se foi um momento de loucura ou se, de fato, uma entidade divina se revelou para mostrar-lhe a verdadeira natureza do mundo. Transitando entre a mística religiosa, o gnosticismo e a tecnologia extraterrestre, Fat sai em busca de um messias reencarnado que já teria passado pela Terra e acaba percebendo que as fronteiras da realidade começam a ficar cada vez mais difusas.
Um dos últimos livros escritos por Philip K. Dick, Valis espelha o conjunto de experiências e ideais teológicos do autor. Sua narrativa quase autobiográfica, repleta de digressões filosóficas e religiosas, é leitura absolutamente essencial para compreender a visão de mundo de um dos mais geniais escritores de ficção do século 20. (Editora Aleph)

✔ Eu Sou o Mensageiro (Markus Zusak)
Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor.
Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados.
Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe.
Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e... só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz.
Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro. (Editora Intrínseca)

Espero que sirvam Cerveja no Inferno (Tucker Max)
Finalmente uma literatura para homens... 
Você entra nas livrarias e vê livros para meninas, romances para mulheres solteiras, livros eróticos para mulheres casadas, e até temas para senhoras. Para homens, nada!
Tucker Max escreveu o livro mais politicamente incorreto sobre as aventuras masculinas... Ele ri da vida, da saúde, da segurança dentro do trio: cerveja, noitada e mulheres... Mas não banca o garanhão invencível. Ele conta as furadas, os micos, as mancadas, mas também o lado divertido dessas aventuras... para valer a máxima contida no título: Já que tem certeza de que não vai para o céu, ele torce para que sirvam pelo menos cerveja no inferno. 
Max conta tudo com muitos detalhes, o que nos faz apenas advertir: Não repita isso em casa. (Editora Faro)

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