segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Histórias reais do passado que fazem 'Game of Thrones' parecer brincadeira de criança

A história é por muitas vezes resumida como um conto de indivíduos que por determinado período de tempo executam um conjunto de ações relevantes que culminam em consequências significativas para o resto da humanidade. Nesta visão são formadas figuras históricas como os ícones que conhecemos nos livros de história da escola, e que até hoje exercem forte influências em nossas vidas.
Apesar de ser uma ficção, a longevidade da saga de Game of Thrones nos permite acompanhar todo um contexto histórico, e é um bom exemplo das consequências que seus eventos podem gerar. E nem mesmo todo aquele conceito de violência visto no seriado, não está assim tão longe da nossa própria realidade. Como vimos em matéria que citamos elementos da nossa história que influenciaram a saga de Game of Thrones.
Para mostrar o quanto a vida real também pode ser cruel, te convidamos aqui a conhecer algumas histórias reais do passado que fazem a Guerra dos Tronos parecer brincadeira de criança:

A Rainha Branca (Philippa Gregory)
Uma das mais talentosas escritoras de ficção histórica da atualidade Philippa Gregory já é nome consolidado também no Brasil onde vendeu mais de 30 mil exemplares. Nos Estados Unidos a marca é mais impressionante. até por se tratar de uma autora inglesa: ultrapassa um milhão. O cuidado com a recriação de época os diálogos elaborados e as tramas repletas de intriga. mesclando fato e suposição são sua marca registrada. Depois de explorar as peculiaridades da corte dos Tudor e oferecer um insight único nas motivações de Maria. rainha dos escoceses, ela retorna com o primeiro volume de uma trilogia ambientada em um dos períodos mais sangrentos da história britânica. 
Em A Rainha Branca Philippa revisita a Guerra das Rosas que opôs a Casa de York simbolizada pela rosa branca à Casa de Lancaster da rosa vermelha. Um conflito que colocou irmão contra irmão num jogo de assassinatos traições e vilezas. Aqui ela conta a história de Elizabeth Woodville. Filha de uma família nobre do campo, ela se vê desamparada quando o marido é morto no campo de batalha. Com dois filhos pequenos, ela decide recorrer ao jovem rei para reaver suas propriedades usurpadas pela família do marido. Porém. após despertar a atenção do monarca, os dois apaixonam-se e casam-se em segredo. e Elizabeth ascende à realeza. Perigo. morte e perfídia passam a ser constantes em sua vida. 
A trama ganha dramaticidade junto com os esforços da Rainha da Casa de York para proteger seus filhos mais novos herdeiros do trono inglês. Mas após seu marido ser assassinado, nada evita que eles sejam sequestrados pelo tio.Ricardo III, e acabem trancados na Torre de Londres, e se transformem em um dos mistérios mais intrigantes da história: o sumiço dos príncipes permanece um acontecimento que confunde os pesquisadores há séculos. (Editora Record)




1808 (Laurentino Gomes)
O maior fenômeno de vendas do mercado editorial brasileiro na categoria não-ficção nos últimos anos, será relançado na Bienal Internacional de São Paulo em versão atualizada e ampliada pela Globo Livros. Entre outras novidades, o livro, que já vendeu mais de 1 milhão de exemplares, trará um capítulo inédito com informações até hoje pouco conhecidas a respeito da criação do Reino Unido de Brasil, Portugal e Algarves, que completa duzentos anos em 2015. Também na Bienal será apresentada pela primeira vez a versão em e-book do livro 1808, que até agora não estava disponível para os leitores brasileiros. 
Considerada por muitos historiadores como a mais importante decisão tomada pelo príncipe regente e futuro rei Dom João VI durante os treze anos de permanência da corte portuguesa no Rio de Janeiro, a efetivação do Reino Unido colocou um ponto final no período colonial brasileiro e deu início de fato ao processo de Independência do país. “A criação do Reino Unido foi decidida em meados de 2014 no Congresso de Viena, que reuniu na Áustria as potências vencedoras de Napoleão”, explica Laurentino Gomes. “Foi uma decisão tomada praticamente à revelia da corte portuguesa no Rio de Janeiro e anunciada na Europa muito antes de que os próprios brasileiros e portugueses tomassem conhecimento dela.” (Globo Livros)




O Forte (Bernard Cornwell)
Em O forte. Bernard Cornwell mostra porque se tornou o mais incensado escritor de ficção histórica da atualidade e confirma seu notável talento para a recriação de batalhas decisivas. Aqui. Cornwell revisita um dos maiores fiascos navais da história americana. ao lado de Pearl Harbor: a batalha da baía de Penobscot contra os ingleses. Acompanha toda a preparação das forças rebeldes e dos britânicos até o momento decisivo. E lança luz sobre um dos episódios mais marcantes da história militar americana. retratando os sangrentos confrontos da maneira ágil e revelando curiosidades sobre o conflito. Sempre com a criteriosa pesquisa histórica que é sua marca registrada. 
O ano é 1779. três após a declaração de independência da antiga colônia. e a tensão com a Coroa atinge um nível insustentável. Preocupados com a ausência de tropas britânicas entre o Canadá e Nova York. exceto por uma pequena guarnição em Newport. os ingleses decidem estabelecer um posto avançado em Castile. então costa do Maine. Setecentos soldados de infantaria. cinqüenta de artilharia e três pequenos navios. são mandados para o local. Sob comando do experiente general escocês Francis McLean — um delicioso personagem perdido no intrincado labirinto dos registros históricos. agora resgatado com maestria por Bernard Cornwell —. o exército começa a construir rapidamente um forte rudimentar para servir como centro de suas defesas. Enquanto isso. os americanos organizam a maior frota já reunida pelos rebeldes durante o confronto. com mais de 40 barcos. sob o comando do arrogante capitão Saltonstall. Suas ordens: capturar. matar e destruir o inimigo. Quem vencerá? (Editora Record)


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